CARACTERÍSTICAS DAS COMUNIDADES CIENTÍFICAS BRASILEIRAS DA ÁREA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SEGUNDO PARÂMETROS CIENCIOMÉTRICOS

CARACTERÍSTICAS DAS COMUNIDADES CIENTÍFICAS BRASILEIRAS DA ÁREA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SEGUNDO PARÂMETROS CIENCIOMÉTRICOS

16 de janeiro de 2012 Artigos 0
PROJETO :

 

“PRODUÇÃO CIENTÍFICA: CARACTERÍSTICAS DAS COMUNIDADES CIENTÍFICAS BRASILEIRAS DA ÁREA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SEGUNDO PARÂMETROS CIENCIOMÉTRICOS”

 

 

 

 

Pesquisa apoiada pelo CNPq

 

Processo no.  521920/98-0

Período: março 1999/fevereiro 2001

 

 

Coordenação: Profa. Dra. DINAH AGUIAR POBLACIÓN

RELATÓRIO FINAL

São Paulo

Fevereiro, 2001

 

EQUIPE TÉCNICA

PESQUISADORES

        

Coordenadora: Profa. Dra. DINAH AGUIAR POBLACIÓN  (CBD/ECA/USP)

dinahmap@usp.br

Colaboradores:  Profa. Dra. DAISY PIRES NORONHA  (CBD/ECA/USP)

daisynor@usp.br

Profa. Dra. GERALDINA PORTO WITTER (PUCCAMP)

Witter@uol.com.br

Profa. Dra. ILCE CAVALCANTI (UFRJ-IBICT)

Ilcecav@iis.com.br

Profa.Dra.MARIA NÉLIDA GONZÁLEZ DE GOMEZ

(UFRj-IBICT)

nelida@ax.apc.org

 

 

BOLSISTAS

 

Apoio Técnico:           NORMANDA MIRANDA KIYOTANI

normanda@usp.br

Iniciação Científica:  CRISTIANE BATISTA DOS SANTOS

cbatista@mailcity.com

LUIZ GUILHERME MARTINS

pasier@hotmail.com

FERNANDA MENDES QUEIROZ

femendesq@yahoo.com.br

PIBIC:                          ANTONIO MARCOS GONÇALVES FILHO

amarcosg@yahoo.com

 

 

 

 

 

 

 

ÍNDICE

 

 

ANTECEDENTES DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA (NPC)…………………….9

 

PRODUÇÃO CIENTÍFICA: PERFIL DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA DOS DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (1990-1999)…………………………………………………………………………….14

 

1. INTRODUÇÃO………………………………………………………………………………………………….14

2. OBJETIVO………………………………………………………………………………………………………..17

3. MÉTODO………………………………………………………………………………………………………….18

3.1. População……………………………………………………………………………………………………….19

3.2. Procedimentos…………………………………………………………………………………………………19

3.2.1. Base PRODIR………………………………………………………………………………………………21

3.2.2. Base PROBI…………………………………………………………………………………………………22

 

4. RESULTADOS………………………………………………………………………………………………….23

4.1. Características do Universo……………………………………………………………………………….23

4.2. Perfil Docente  –  Base PRODIR………………………………………………………………………..27

 

4.2.1. Formação; Titulação e Sexo  dos Docentes/Doutores…………………………………………27

4.2.2. Orientação dos Alunos de Pós-Graduação: Mestres e Doutores segundo as Linhas de

Pesquisa………………………………………………………………………………………………………30

4.3. Produção Docente  –  Base PROBI……………………………………………………………………..34

4.3.1. Produção Docente segundo as Linhas de Pesquisa……………………………………………..35

4.3.2. Tipos de Documentos (Literaturas Branca e Cinzenta)……………………………………….39

4.3.3. Autoria dos Documentos…………………………………………………………………………………41

4.3.4. Idioma dos Trabalhos Produzidos…………………………………………………………………….44

4.3.5. Evolução Cronológica da Produção………………………………………………………………….44

4.3.6. Divulgação da Produção segundo os Veículos utilizados: Periódicos e  Eventos……46

4.3.7. Visibilidade da Produção nas Fontes de Informação…………………………………………..75

5. ANÁLISES DAS TENDÊNCIAS DA ÁREA…………………………………………………………79

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS………………………………………………………………………………..87

7.  REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS…………………………………………………………………..88

ANEXOS:

  1. Home page do Núcleo de Produção Científica (NPC)…………………………………………….92
  2. Relatório da Bolsista de Apoio Técnico – Normanda Miranda Kiyotani…………………..93

 

 

  1. Relatório da Bolsista de Iniciação Científica – Cristiane Batista dos Santos………………94
  2. Relatório do Bolsista de Iniciação Científica – Luiz Guilherme Martins……………………95
  3. Relatório da Bolsista de Iniciação Científica – Fernanda Mendes Queirós………………..96
  4. Relatório do Bolsista de Iniciação Científica – PIBIC – Antonio Marcos Gonçalves….97
  5. Trabalho apresentado na 51ª Reunião Anual da SBPC, Porto Alegre, RS, julho 1999..98
  6. Trabalho apresentado na 52ª Reunião Anual da SBPC, Brasília, DF, julho, 2000………99
  7. Trabalho apresentado no 11º SNBU,  Florianópolis, SC, abril, 2000………………………100
  8. Trabalho apresentado no 19º CBBD, Porto Alegre, RS, setembro 2000………………….101
  9. Trabalho a ser apresentado no 7º CNB, Porto, Portugal, abril, 2001……………………….102
  10. “Folder” – Características dos Programas de Pós-Graduação………………………………..103
  11. Trabalho de Conclusão de Curso – Orientação……………………………………………………104
  12. Questionário enviado aos docentes (1º contato)…………………………………………………..105
  13. Espelho dos dados constantes nas Bases “PRODIR” e “PROBI” enviado aos docentes (2º contato)……………………………………………………………………………………………………..106

 

  1.  Relato dos dados parciais levantados enviado aos docentes (3º contato)…………………107

RELAÇÃO DAS TABELAS

Tabela 1                      Linhas de Pesquisa e Docentes/Doutores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da IBICT/UFRJ (1992, 1997, 1999)…………………….24

 

Tabela 2                      Linhas de Pesquisa e Docentes/Doutores do  Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da USP (1992, 1997, 1999)…………………………..24

 

Tabela 3                      Linhas de Pesquisa e Docentes/Doutores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFMG (1992, 1997, 1999)…………………………….25

 

Tabela 4                      Linhas de Pesquisa e Docentes/Doutores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da PUCCAMP (1992, 1997, 1999)……………………..25

 

Tabela 5                      Linhas de Pesquisa e Docentes/Doutores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFPb (1992, 1997, 1999)………………………………26

 

Tabela 6                      Linhas de Pesquisa e Docentes/Doutores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UnB (1992, 1997, 1999)………………………………..26

 

Tabela 7           Formação, Graduação e Titulação dos Docentes/Doutores (1999)……………28

 

Tabela 8           Local de Titulação dos Docentes/Doutores……………………………………………29

 

Tabela 9           Número de Orientandos e Orientados de Mestrado e Doutorado segundo as Linhas de Pesquisa nos Programas de Pós-Graduação – 1999……………………..31

 

Tabela 10                    Média anual de Mestrados e Doutorados Concluídos no Período de 1990 a 1999…………………………………………………………………………………………………33

 

 

Tabela 11                    Produção dos Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação segundo as Linhas de Pesquisa  (1990-1999)………..37

 

Tabela 12                    Produção dos Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação segundo os Literatura: branca e cinzenta (1990-1999)………………………………………………………………………………………………..40

 

Tabela 13                    Produção dos Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação segundo os Tipos de Documentos e Tipos de Autoria (1990-1999)………………………………………………………………………………………42

 

Tabela 14        Produção dos Docentes/Doutores segundo Autorias Individual e Múltipla (1990-1999)…………………………………………………………………………………………..43

 

Tabela 15                    Produção dos Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação segundo o Ano de Publicação (1990-1999)………….45

 

Tabela 16                    Produção dos Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação segundo Tipo de Documento e Ano de Publicação (1990-1999)………………………………………………………………………………………46

 

Tabela 17                    Freqüência de Uso dos Títulos de Periódicos Nacionais (Ordem Decrescente de Número de Artigos)……………………………………………………………………….50

 

Tabela 18                    Freqüência de Uso dos Títulos de Periódicos Nacionais (Ordem Alfabética)………………………………………………………………………………………..53

 

Tabela 19                    Freqüência de Uso dos Títulos de Periódicos Internacionais (Ordem Decrescente de Número de Artigos)……………………………………………………..56

 

Tabela 20                    Freqüência de Uso dos Títulos de Periódicos Internacionais (Ordem Alfabética)………………………………………………………………………………………..57

 

 

 

Tabela 21                    Freqüência de Comunicações apresentadas nos Eventos Nacionais (Ordem Decrescente de Número de Comunicações)…………………………………………..61

 

Tabela 22                    Freqüência de Comunicações apresentadas nos Eventos Nacionais (Ordem Alfabética)………………………………………………………………………………………..66

 

Tabela 23                    Freqüência de Comunicações apresentadas nos Eventos Internacionais (Ordem Decrescente de Número de Comunicações)……………………………….71

 

Tabela 24        Freqüência de Comunicações apresentadas nos Eventos Internacionais

(Ordem Alfabética)……………………………………………………………………………..73

 

Tabela 25    Fontes de Indexação dos Documentos produzidos pelos Docentes/Doutores…75

 

 

RELAÇÃO DOS GRÁFICOS

 

 

Gráfico 1                    Produção das Literaturas Branca e Cinzenta dos Programas de Pós-      Graduação em Ciência da Informação (1990-1999)………………………………..40

 

Gráfico 2        Produção Docentes/Doutores segundo tipo de autoria…………………………….43

 

Gráfico 3        Evolução da produção dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação durante os anos 90…………………………………………………………….45

 

ANTECEDENTES DO NÚCLEO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA (NPC)

 

 

No início do século XX encontram-se os antecedentes históricos da Biblioteconomia e Documentação no Brasil.  As diferentes influências européia e americana, durante o período de 1911 a 1992, podem ser identificadas através das duas fases do desenvolvimento dessa área (POBLACIÓN, 1993). Após a criação dos 30 cursos, a expansão  da graduação se estabilizou até a presente data.

A fase de aprimoramento profissional pode ser estabelecida a partir dos cursos de pós-graduação instalados na década de 70.  O pioneiro desse processo, que se iniciou em 1970, foi o curso criado no Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD), sediado no Rio de Janeiro e, posteriormente, transformado em Departamento de Ensino e Pesquisa do atual Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e conveniado com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O programa de pós-graduação iniciado no IBBD introduziu, há 30 anos, o novo paradigma do profissional, denominando o curso de “Ciência da Informação”.  Ao longo desses anos, tanto os cursos de graduação como os Programas de Pós-Graduação, passaram a assimilar  a nomenclatura proposta, alterando para Ciência da Informação,  o nome das Escolas, dos Departamentos, dos Cursos de Pós-Graduação e dos Programas de Biblioteconomia e/ou Documentação.  Nesse sentido, mais recentemente, resolução foi tomada pelo Conselho Universitário da Universidade Federal Fluminense (UFF) que aprovou em 20 de dezembro de 2000 a alteração de Departamento de Documentação para Departamento de Ciência da Informação; exemplo que certamente estimulará os poucos remanescentes  da nomenclatura anterior que permanece em alguns cursos de graduação e  programas de pós-graduação.

O amadurecimento da área vem se evidenciando não em decorrência da alteração de nomenclatura, mas sim em função da estrutura social da comunidade de profissionais que, após 20 anos, reconheceu no fenômeno da comunicação humana “processo de reflexão do papel da informação…” (BARRETO, 1992)  para atingir o maior benefício “produzir conhecimento inovador e modificar consciências e estruturas em espaços sociais diferenciados ou não “ (BARRETO, 1992, p. 24).

A evolução que vinha ocorrendo na área era acompanhada pelos coordenadores dos cursos de pós-graduação que, desde 1976,  iniciaram os Encontros dos cursos, realizando o primeiro quando ainda existiam apenas dois (IBICT/UFRJ e USP) e estava sendo criado o terceiro na UFMG.  A discussão de propostas coerentes com o ambiente da época estimulou a criação de mais três cursos (PUCCAMP, 1977; UnB, 1978 e UFPb, 1978).

A fase de reflexões sobre problemas acadêmicos e administrativos dos Cursos de Pós-Graduação se estendeu até 1994 quando foi realizado o 13º Encontro como parte complementar da programação que iniciava o delineamento da  nova concepção de eventos da área científica da Ciência da Informação.  Nesse ano foi realizado em Belo Horizonte o 17º  Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação e, paralelamente,  como atividade pré-congresso, foi promovido pela ANCIB o 1º ENANCIB (Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação e Biblioteconomia).  A Associação Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ANCIB), que tinha sido criada em junho de 1989, passou a ser reconhecida como a sociedade científica com finalidade de apresentar e discutir a evolução científica da área.

Assim, os enfoques dos problemas administrativos e  estruturais  e a discussão de políticas dos cursos de pós-graduação, que são da competência da CAPES, foram retomados após cinco anos,  a partir de 1999, em decorrência da participação da Profa. Dra. Johanna W. Smit nas reuniões da avaliação da área,  nesse órgão federal e coordenadora da área de concentração de Ciência da Informação no Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Escola de Comunicações e Artes da USP.

Na medida em que o desenvolvimento científico da área foi assumido pela ANCIB,  a partir de 1990, verificou-se um impulso nas atividades de pesquisa. Em  1992 foram delineados, pela Associação, vários projetos integrados, compostos de sub-projetos que passaram a ser apoiados pelo Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPq).

Essa dinâmica, prevista nos Estatutos da ANCIB, foi operacionalizada com propostas de projetos que contemplavam a integração de instituições e de equipes multidisciplinares.  Nesse  ambiente em que despontava o reconhecimento da estrutura social da comunidade da Ciência da Informação foram gerados os produtos resultantes desses trabalhos cooperativos proporcionando oportunidades de interação entre pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação (POBLACIÓN e NORONHA, 1994).

Essa experiência concretizou-se na ANCIB e foi a mola propulsora para estruturar, em 1992, o  Núcleo de Produção Científica (NPC) que está sediado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).  Ao longo dos anos, com a aprovação do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP e com o apoio do CNPq, os vários projetos aprovados desde 1993 até a presente data, vêm permitindo aprimorar os procedimentos e manter a infra-estrutura adequada para acompanhar as mudanças tecnológicas que estão visíveis no “site” do Núcleo (URL: www.eca.usp.br/nucleos/pc/ ) (Anexo 1).

Os produtos de cada projeto têm sido divulgados em vários eventos nacionais e internacionais e em artigos publicados em periódicos. A produção do NPC constante do “site” (Anexo 1) dá visibilidade dos resultados alcançados ao longo dos anos.  Neste relatório estão documentados (Anexos 7 a 13) os trabalhos que foram discutidos com a comunidade de profissionais da área desde 1999 até 2001 que corresponde à vigência deste projeto.  A continuidade das pesquisas e a atualização das bases de dados que vem sendo mantidas pelo Núcleo garantem a consistência das informações que estão disponíveis a uma comunidade cônscia de sua posição no cenário científico. Após 10 anos de fundação da ANCIB e seis anos de atividades científicas discutidas durante os Eventos realizados concordamos com as afirmações de MUELLER, MIRANDA e SUAIDEN (2000), considerando as recentes contribuições dos participantes do IV ENANCIB, realizado em novembro de 2000 em Brasília, cuja confirmação nesta pesquisa mostra que a Ciência da Informação  “é uma área ainda em estágio de formação”.

O atual projeto alcançou vários resultados que foram analisados pela equipe de pesquisadores. A investigação entrosou docentes e bolsistas ampliando os conhecimentos dos alunos de graduação  (bolsistas de iniciação científica) através do treinamento de registro de informações, estruturação de bases de dados, recuperação de campos específicos, visando atingir objetivos bem definidos; elaboração de listagens e análise de resultados para interpretar dados e aplicar as técnicas bibliométricas visando a elaboração dos relatórios (Anexos 2 a 6).

O presente relatório científico complementa o relatório parcial apresentado ao CNPq em fevereiro de 2000 e aprovado em 15 de julho de 2000. Este documento cumpre não apenas uma prestação de contas do projeto apoiado para ser desenvolvido no período de março de 1999 a fevereiro de 2001, mas mostra, sobretudo, alguns aspectos que merecem destaque e necessitam de uma discussão mais profunda com a comunidade de docentes/pesquisadores.

Questões de comunicação científica relacionadas com a  “Divulgação da Produção segundo os Veículos Utilizados: Periódicos e Eventos” ,  “Visibilidade da Produção nas Fontes de Indexação” e  as “Tendências das Pesquisas e Produção dos Docentes/Doutores (itens 4.3.6, 4.3.7 e 5 deste documento que relata os resultados da pesquisa) devem ser temas para Seminários específicos patrocinados pela ANCIB e pelos órgãos de fomento à pesquisa, uma vez que essa é a finalidade de prestação de contas que a área deve à sociedade.

A continuidade desta linha de pesquisa  está na dependência do reconhecimento que os pares e os órgãos de fomento responsáveis pelos avanços do conhecimento gerado no país possam atribuir aos resultados desta etapa da pesquisa. Deve-se considerar a importância de manter estudos sistemáticos para mostrar a contribuição que o Brasil oferece às comunidades científicas nacional e internacional.

 

 

PRODUÇÃO CIENTÍFICA:

PERFIL E PRODUÇÃO CIENTÍFICA DOS DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (1990-1999).

 

 

 

  1. 1.      INTRODUÇÃO

 

Os cursos de pós-graduação foram institucionalizados no Brasil em 1970 com a Lei

5.540/68.  A partir dessa data vários procedimentos vêm sendo adotados para acompanhar o desenvolvimento (GRACELLI e CASTRO, 1985; SPAGNOLO, 1995;  PERFIL, 1998), avaliar os resultados em áreas específicas (MENEGHINI e FONSECA, 1990; MENEGHINI, 1996; SMIT, 1999) e questionar diferentes aspectos da produção científica brasileira (CASTRO, 1985;  ROCHA NETTO, 1988).

Considerando os vários segmentos do sistema implantado, tornou-se necessário

refletir sobre a validade e importância dos critérios da avaliação realizada por pares ou por consultores, adotando indicadores sócio-econômicos, ou por métodos quantitativos aplicando técnicas das disciplinas de informétricas, bibliométricas, econométricas, cienciométricas.

Esses instrumentos, quando aplicados com as características desejadas, permitem

adotar uma postura crítica, porém com a precaução necessária, levando em conta o ônus que irão representar ao correr o risco de tomada de decisões erradas (KING, 1987; ROUSSEAU, 1998; SPINAK, 1996a, 1998; MACIAS-CHAPULA, 1998; TRZESNIÁK, 1998; TERRADA FERRANDIS e col., 1999)).

Apesar de intensamente discutida a validade desses indicadores quantitativos para

avaliar instituição, publicações, pesquisadores, progressos de áreas específicas do conhecimento ou o grau de  desenvolvimento de determinada região geográfica, sem dúvida, os valores encontrados têm significado relevante em relação ao contexto em que se insere e não podem ser aplicados indiscriminadamente (VELHO, 1990; SPINAK, 1996b).

A adoção de parâmetros internacionais simplesmente importados de “culturas”

diferentes (GARFIELD, 1995) sem considerar as condições de “in-put” e o contexto sócio-econômico tem gerado acirrados debates com a comunidade científica.  O apoio ou rejeição aos critérios adotados, para atribuir conceitos às instituições ou conferir créditos e recompensas aos pesquisadores, têm resultado em discussões acadêmicas e reinvindicações de sociedades científicas (MENEGHINI, 1988).

No Brasil, a avaliação e acompanhamento dos programas da pós-graduação de todas

as áreas do conhecimento, é da competência do órgão governamental, sediado em Brasília,DF,  CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior).  Segundo o conceito atribuído aos Programas de Pós-Graduação de cada instituição, esse órgão concede bolsas de auxílio a alunos de mestrados e doutorado.  Por outro lado, os projetos de pesquisa, propostos por investigadores das universidades e das instituições de pesquisas, são julgados com critérios rígidos, pelo órgão nacional de fomento responsável pelo apoio financeiro e concessão de bolsas – CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Com critérios semelhantes de avaliação existem as agências estaduais que julgam os

processos de solicitação de auxílio aos investigadores além de concessão de bolsas para desenvolver projetos de dissertações e teses de alunos de pós-graduação nas respectivas regiões.  Essas Fundações de Amparo à Pesquisa julgam os orientadores pela titulação mínima de doutor e pelo currículo, destacando a produção científica como um dos requisitos de maior relevância.

Para atingir os objetivos propostos, o projeto deve estar respaldado em “in-put”

adequado que garanta ao pesquisador cumprir o seu compromisso com a sociedade (MERTON, 1957; PRICE, 1951; IZQUIERDO, 1995).  A prática adotada pelos investigadores dos países considerados do primeiro mundo, responsáveis por 99,52% da ciência universal, segundo IZQUIERDO (1995) é também adotada pelos pesquisadores brasileiros que reconhecem o “Publish or Perish” (ANGEL, 1986).  No entanto, a produção dos pesquisadores brasileiros para a ciência universal atinge apenas 0,48%.

Considerando o cenário atual, que orienta a política em ciência e tecnologia no

Brasil, considerou-se a necessidade de investigar a realidade de uma área interdisciplinar, cujo compromisso com a Sociedade da Informação vem se desenvolvendo em nosso país desde 1970 – Ciência da Informação.

Acompanhando a evolução dos Programas de Pós-Graduação nessa área, durante a

sua trajetória (POBLACION, 1993) foi criado em 1993, com o apoio do CNPq, o Núcleo de Produção Científica (NPC) sediado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) cujo perfil está disponível na Internet (http://www.eca.usp.br/nucleos/pc).  Os estudos sobre produção científica em Ciência da Informação vêm sendo realizados, com regularidade, pelo Núcleo nesta última década, enfocando os dois aspectos básicos: literatura cinzenta e literatura branca (POBLACIÓN, 1992, POBLACIÓN e NORONHA, 1996, POBLACIÓN e col. 1995, 1996, 1997, NORONHA e col. 2000).

A importância da literatura cinzenta, que ganhou nova dimensão nestes últimos anos

com a “Grey Literature Network Service” e com a publicação do “International Journal on Grey Literature”, contribui para a redefinição de sua conceituação e começou a despertar o interesse de editores comerciais (GREYNET, 2000).  A diversificação da tipologia de documentos produzidos em Ciência da Informação pelos docentes e alunos de pós-graduação da área, refletem o interesse pelos diferentes aspectos da produção científica da área (FORESTI, 1990; WITTER, POBLACIÓN e BERAQUET, 1992; BUFREM, 1996; WITTER e OLIVEIRA, 1996; WITTER, 1997; MIRANDA, 1998; OLIVEIRA, 1998, 1999).

O tradicional ciclo do “documento” tem estendido o seu alcance em função das

mudanças fundamentais decorrentes do impacto dos processos de comunicação por meios eletrônicos.  A dinâmica que predominou no final do século XX certamente influenciará os processos de geração e acesso aos documentos no início do novo século.

Para registrar o “state of the art” dos seis Programas de Pós-Graduação em Ciência

da Informação no Brasil, credenciados  desde 1970 até o ano de 1999, nos propusemos a divulgar os estudos realizados pelo Núcleo de Produção Científica com os resultados alcançados  na etapa de pesquisa apoiada pelo CNPq durante o período de março de 1999 a fevereiro de 2001.

 

  1. 2.     OBJETIVOS

Para apresentar o panorama da produção científica da área da Ciência da

Informação  no período de 1990 a 1999, propõe-se:

–          identificar as linhas de pesquisa dos Programas de Pós-Graduação e traçar o perfil dos respectivos docentes/doutores;

–          quantificar os tipos de documentos produzidos em cada Linha, analisando a produção em relação aos dois grupos: literatura branca e literatura cinzenta;

–          analisar a interação social dos docentes através das características de autoria individual e múltipla;

–          oferecer a visão temporal da produtividade na década de 90;

–          mostrar a tendência de publicar em diferentes idiomas.

–          identificar os veículos dinâmicos utilizados para a divulgação da produção científica: periódicos nacionais; periódicos internacionais; eventos nacionais; eventos internacionais.

–          verificar a cobertura dada à produção científica dos docentes/doutores pelas principais fontes secundárias de indexação nacional e internacional.

 

 

  1. 3.     MÉTODO

O delineamento da pesquisa foi projetado para coletar os dados dos doutores que

constavam  do quadro docente de cada Programa, em dezembro de 1999.  Reconhece-se que no período delimitado (1990 a 1999) muitas modificações ocorreram, resultantes de aposentadoria, ingresso, desligamento de professores ou participação do mesmo docente em mais de um Programa de Pós-Graduação.  Para esta pesquisa, as atividades científicas de orientação e produção foram creditadas no Programa ao qual o docente estava vinculado na data da coleta.  Deve-se considerar que algumas universidades não credenciam os recém-doutores para orientar mestres e, só depois de dois mestrandos titulados, sob sua orientação, o docente é credenciado para orientar doutores, assim mesmo considerando o currículo e analisando a produção científica.

 

3.1 População

O ponto de partida foi  o universo dos docentes/doutores  vinculados, em 1999,  nos seis Programas de Pós-Graduação credenciados pela CAPES desde 1970 até 1999.  A evolução dos seis Programas, quanto às linhas de pesquisa e titulação dos docentes vem sendo acompanhada desde 1992 (Tabelas 1 a 6).

A atualização para desenvolver o Projeto de Pesquisa de 1999 exigiu a coleta de dados que  foi realizada por meio da Internet,  mantendo comunicação contínua e interatividade, não só com os coordenadores de cada Programa de Pós-Graduação, como também  com os docentes,  através da técnica “Conferência Delfos”.

 

3.2. Procedimentos

 

 

A aplicação da tëcnica “Conferência Delfos” tinha por objetivo discutir os dados

obtidos de cada docente/doutor referentes aos período de 1990 a 1999 e informar, tanto o coordenador como os autores, sobre os procedimentos que estavam sendo adotados pelo Núcleo de Produção Científica. Tentou-se completar ou alterar algumas informações recebidas em decorrência das pesquisas que estavam sendo realizadas em várias fontes de informação.

As fontes secundárias consultadas pelos processos eletrônico e manual permitem não só confrontar os dados bibliográficos dos documentos referenciados, como também ter uma visão da cobertura dos diferentes tipos de documentos em cada fonte, de acordo com a política de indexação a que se comprometem.

Com essa proposta foram selecionadas as seguinte fontes:

Nacionais:

–          Base de Literatura Cinzenta (BLC) criada pelo Núcleo de Produção Científica em 1992 (Módulos I e II):

  • Módulo I – BLC-E (Eventos) – indexadas as comunicações dos SNBUs (Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias), CBBDs (Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação)  e ENANCIBs (Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação e Biblioteconomia-1994, 1995 e 1997);
  • Módulo II – BLC-T (Teses) – atualizada até 1999.

–          LICI/IBICT – artigos, monografias, comunicações em eventos;

–          PROSSIGA – artigos, monografias, comunicações em eventos;

Regionais (Estado de São Paulo):

–          DEDALUS – acervo das bibliotecas da USP

–          UNIBIBLI – acervo das bibliotecas da USP/UNICAMP/UNESP

Internacionais:

–          ISA – Information Science Abstracts-1990-1999 – periódicos internacionais;

–          SciELO – fonte da América Latina, incluindo a revista “Ciência da Informação” a partir de 1997.

Outras: Web site das seis universidades que mantém os seis Programas de Pós-Graduação

em Ciência da Informação

As informações, tratadas com critérios padronizados, permitiram configurar duas

bases de dados que foram testadas, corrigidas e adaptadas para facilitar o controle e recuperação dos dados que permitiam elaborar as análises visando atingir os objetivos propostos. Consequentemente o Núcleo (NPC) dispõe de dados consistentes dos 66 docentes/doutores nas seguinte bases que estão sendo disponibilizadas na Internet(*):

–          PRODIR (Diretório de Produtores/Docentes/Doutores em Ciência da Informação no Brasil)

–          PROBI (Produção Bibliográfica dos Docentes/Doutores em Ciência da Informação no Brasil).

Com esses procedimentos foram atingidas três metas:   a) conferir alguns dados recebidos de forma incompleta; b) verificar a visibilidade da produção dos docentes/doutores nas fontes pesquisadas; c) conferir e completar os diferentes segmentos das bases mantidas pelo Núcleo desde 1992: BLC-E-CI e BLC-T-CI –  Base de Literatura Cinzenta (BLC) referentes a comunicações apresentadas aos eventos realizados no Brasil (E) e às teses e dissertações defendidas no Brasil e no exterior (T) por profissionais que atuam na área da Ciência da Informação (CI) no país.

A atualização dessas bases vem sendo feita concomitantemente com o desenvolvimento dos vários projetos que têm sido  aprovados a cada dois anos pelo CNPq.

 

3.2.1. Diretório de Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação   em  Ciência

           da Informação  –   Base PRODIR

 

Os dados dos docentes/doutores vinculados a cada Programa  em dezembro de 1999 foram coletados com a utilização dos princípios da Conferência Delfos.  Por este método, os coordenadores dos cursos e os docentes/doutores foram contatados pessoalmente, via e-mail e fax-fone, para fornecer os dados necessários à criação e manutenção de uma base de dados (PRODIR-Diretório de Docentes Doutores dos Cursos de Pós-Graduação em Ciência da Informação) que serve como suporte para a identificação do perfil dos mesmos (Anexo 14).  Para complementar as informações fornecidas, foram utilizadas  bases de dados  mantidas pelas instituições de origem dos docentes  e das bases de cadastros de pesquisadores mantidas pelo CNPq (Prossiga), que prestavam informações sobre os cursos e sobre os docentes, disponíveis para acesso via Internet.

Em um segundo momento, nesse processo, as informações recebidas e cadastradas na PRODIR foram devolvidas aos docentes/doutores e coordenadores de cursos para conferência dos dados e acréscimo de outros faltantes, quando necessários.(Anexos 15 e 16).

 

3.2.2.      Produção Bibliográfica dos Docentes/Doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da  Informação   –   Base PROBI

 

A Base PROBI foi criada para registrar a produção dos docentes/doutores dos Programas de Pós-Graduação, a partir dos dados obtidos em resposta aos procedimentos constantes dos anexos 14 a 16, com informações sobre as seguintes características dos  documentos produzidos:  tipo de documento (artigos de periódicos, artigo de jornal, livros/monografias, capítulos de livros, dissertações de Mestrado, teses de doutorado, comunicações em eventos, relatórios técnicos, outros); tipo de autoria do documento (única e múltipla – 2 autores, 3 autores, mais de três autores); idioma dos documentos produzidos (português, inglês, espanhol, francês, outros); temporalidade (distribuição temporal de 1990 a 1999).  Foi criado um campo específico para registro da(s) fonte(s) que indexa(m) o documento produzido.

Apoiada nas metodologias bibliométrica e cienciométrica são apresentados os resultados da situação da produção nacional ao longo dos anos 90.

  1. 4.      RESULTADOS

4.1. Características do Universo

Os seis Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação apresentavam, em

dezembro de 1999, data do encerramento da coleta dos dados, 22 linhas de pesquisa, às quais estavam vinculados os 66 docentes/doutores relacionados nas Tabelas 1 a 6.  Vale lembrar que, nessa Tabela, nas colunas dos anos 1992 e 1997 está arrolado o número de docentes envolvidos em cada  Linha no respectivo ano.  A flutuação justifica-se pelo fato das linhas serem institucionais o que confirma correto o registro numérico de cada período.  No entanto, isto não significa que o nome dos docentes registrados no ano de 1999 seja o mesmo daqueles que atuaram em cada linha nos anos anteriores.  Em alguns casos os docentes atuais estiveram, ao longo dos anos,  vinculados a outras linhas ou mesmo atuando em mais de uma linha ou em  mais de um Programa de Pós-Graduação.

A evolução dos Programas desde 1992 mostra que dos seis cursos, quatro mantinham, até 1997, além dos doutores, também mestres como docentes (IBICT/UFRJ, UFMG, PUCCAMP e UFPb). Em 1999 exclusivamente doutores compõem o corpo docente (exceção à UFPb que, no início desta pesquisa ainda contava com mestres os quais foram excluídos deste estudo).

Quanto às linhas de pesquisa, em 1999, verifica-se que 4 dos seis Programas  desativaram algumas linhas – 2 linhas na UnB; e uma na UFPb.  Desde 1992 observa-se a consolidação de 3 linhas em 2 Programas: IBICT/UFRJ e USP.  Por outro lado também 4 dos seis Programas reformularam os conteúdos, substituindo ou desmembrando as anteriores ou criando novas linhas (exceção UnB e UFPb). Dos seis Programas, quatro oferecem os cursos de mestrado e doutorado (USP, UFRJ/IBICT, UnB e UFMG).  Os outros dois mantém apenas mestrado ( UFPb e PUCCAMP).

Tabela 1 – LINHAS DE PESQUISA E DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA IBICT/UFRJ (1992, 1997, 1999)

 

Curso

Linhas de Pesquisa

Docentes/Doutores (1999)

Docentes

1992

Docentes

1997

Docentes

1999

D

M

D

M

D

IBICT/ UFRJ

Processamento da Informação

PEREIRA, Maria de Nazaré Freitas

 

2

3

2

3

1

Mestrado 1970

Doutorado 1992

Estrutura e Fluxo da Informação

BRAGA, Gilda Maria

BARRETO, Aldo de Albuquerque

PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro

3

2

3

2

3

Informação, Ciência e Sociedade

ALBAGLI, Sarita

OLINTO, Gilda

1

4

4

1

2

 

Informação, Tecnologia e Sociedade

SOUZA, Rosali Fernandes de

LASTRES, Helena Maria Martins

2

 

Epistemologia, interdiscipli-

naridade

GOMEZ, Maria Nelida Gonzalez de

1

 

Informação, Cultura e Sociedade

CRISTOVÃO, Heloisa Tardim MARTELETO, Regina Maria

2

TOTAL

 

6

9

9

6

11

Legenda para tabelas 1 a 6: D = doutores; M = Mestres

Tabela 2 – LINHAS DE PESQUISA E DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA USP (1992, 1997, 1999)

Curso

Linhas de Pesquisa

Docentes/Doutores (1999)

Docentes

1992

Docentes

1997

Docente

1999

D

M

D

M

D

USP

Mestrado 1972

Doutorado 1980

Ação Cultural

COELHO NETTO, Jose Teixeira

MARTINS, Maria Helena Pires

MILANESI, Luiz Augusto

GROSMANN, Martin

ALMEIDA, Maria Christina B. de

3

5

5

Análise Documentária

SMIT, Johanna Wilhelmina

KOBASHI, Nair Yumiko

LARA, Marilda Lopes Ginez de

TALAMO, Maria de Fatima G.M.

CINTRA, Anna Maria Marques

2

4

5

Geração e Uso da Informação

POBLACION, Dinah A. de M. Aguiar

NORONHA, Daisy Pires

FERREIRA, Sueli Mara Soares Pinto

PASSARELLI, Brasilina

2

4

4

 

Informação, Comunicação e Educação

PERROTTI, Edmir

VERGUEIRO, Waldomiro C.S.

AMARO, Regina Keiko O. Ferreira

3

TOTAL

 

7

13

17

Tabela 3 – LINHAS DE PESQUISA E DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA UFMG (1992, 1997, 1999)

Curso

Linhas de Pesquisa

Docentes/Doutores (1999)

Docentes – 1992

Docentes – 1997

Docente

1999

D

M

D

M

D

UFMG

Informação Gerencial

5

1

Mestrado 1976

Informação Científica e Tecnológica

4

6

5

Doutorado 1997

Informação Gerencial e Tecnológica

CRIVELLARI, Helena M. Tarchi

PAIM, Isis

NEVES, Jorge Tadeu de Ramos

CENDON, Beatriz Valadares

BAX, Marcello Peixoto

FERREIRA, Marta Araújo Tavares

BARBOSA, Ricardo Rodrigues

7

Informação social

1

5

2

3

Informação e Sociedade

CARDOSO, Ana Maria Pereira

CABRAL, Ana  Maria Rezende

DUMONT, Ligia Maria Moreira

3

Informação Histórica

1

1

Tratamento da Informação e Bibliometria

ALVARENGA, Lidia

DIAS, Eduardo Jose Wense

SANTOS, Vilma Moreira dos

2

3

3

TOTAL

 

6

10

11

12

13

Tabela 4 – LINHAS DE PESQUISA E DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA PUCCAMP (1992, 1997, 1999)

 

Curso

Linhas de Pesquisa

Docentes/Doutores (1999)

Docentes – 1992

Docentes – 1997

Docentes 1999

 

D

M

D

M

D

PUCCAMP

Desenvolvimento e Programa de Leitura

3

1

2

Mestrado 1977

Planejamento e Programa de Leitura

VALIO, Else Benetti Marques

1

Administração Serviço de Biblioteca

3

2

Administração de Sistemas de Informação

BERAQUET, Vera Silvia Marao

MOSTAFA, Solange Puntel

OLIVEIRA, Silas Marques de

3

Filosofia e história da Biblioteconomia

1

1

Informação para Indústria e Negócios

PONTES, Cecilia Carmen Cunha

ALENCAR, Maria de Cleofas Faggion

2

TOTAL

 

7

1

5

6

 

Tabela 5 – LINHAS DE PESQUISA E DOCENTES DO PROGRAMA DE MESTRADO EM

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DA UFPB (1992, 1997, 1999)



Curso

Linhas de Pesquisa

Docentes/Doutores (1999)

Docentes – 1992

Docentes – 1997

Docentes

1999

D

M

D

M

D

UFPb

Informação e Cidadania

CASTRO, Cesar Augusto

AQUINO, Mirian de Albuquerque

ABATH, Rachel Joffily

4

3

3

Mestrado 1978

Atuação da Biblioteca na Sociedade

1

5

Informação para o desenvolvimento Regional

ARAÚJO, Eliany Alvarenga de

PAIVA, Claudio C.

RAMALHO, Francisca Arruda

TARGINO, Maria das Graças

2

2

2

4

4

TOTAL

 

3

7

6

7

7

 

Tabela 6 – LINHAS DE PESQUISA E DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DA UNB (1992, 1997, 1999)

Curso

Linhas de Pesquisa

Docentes/Doutores (1999)

Docentes – 1992

Docentes – 1997

Docente

1999

D

M

D

M

D

UnB Planejamento, Gerência, Avaliação de Bibliotecas e Sistemas de Informação CUNHA, Murilo Bastos da

MIRANDA, Antonio L. Carvalho de

SUAIDEN, Emir Jose

TARAPANOFF, Kira

4

3

4

Mestrado 1978 Processos e Linguagens de indexação NAKAYAMA, Haruka

ROBREDO, Jaime

BRITO, Marcilio de

VIEIRA, Simone Bastos

2

3

4

Doutorado 1992 Ensino de Biblioteconomia

3

  Formação Profissional e Mercado de Trabalho AMARAL, Sueli Angelica do

BAPTISTA, Sofia Galvao

ANTUNES, Walda de Andrade

4

3

  Comunicação Científica MUELLER, Suzana Pinheiro Machado

2

1

  Informação orgânica (arquivos)

1

TOTAL    

9

13

12

 

 

 

 

 

 

4.2. –  Perfil Docente  –  Base PRODIR 

 

O perfil dos docentes/pesquisadores foi traçado a partir das informações recebidas e incorporadas à base de dados PRODIR.  Dados sobre a formação básica e titulação, obtida em instituições nacionais e estrangeiras, programas, linha de pesquisa e disciplinas que ministram em cada instituição à qual está vinculado, registros sobre as dissertações e teses orientadas ou em andamento foram analisados e apresentados à comunidade da área que participou do XIX Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação realizado em  2000 (POBLACIÓN e col., 2000) (Anexo 10).

Para a atual investigação cabe destacar que a   titulação de doutor, obtida pelos 25

professores (37,9%) nos anos 90, mostra o empenho que cada Programa desenvolveu para qualificar ou compor o seu quadro docente. Como conseqüência, cada linha de pesquisa foi fortalecida e a produção científica, dá visibilidade a esse esforço. Por outro lado, em algumas universidades esses recém-doutores ainda não estão credenciados para orientação nos dois níveis (mestrado e doutorado), pelos motivos mencionados anteriormente.

A diversificação da temática da produção está relacionada com a formação do corpo docente, que é representado por 62,5% com graduação em Biblioteconomia/Ciência da Informação e 37,5% formados em outras áreas como filosofia, lingüística, educação, engenharia, economia, administração, teologia, jornalismo e letras.

 

4.2.1. Formação, Titulação e Sexo dos Docentes/Doutores

 

 

Dos 66 docentes/doutores exercendo atividades de ensino e pesquisa nos seis Programas de Pós-Graduação no país, 18 (27,3%) são do sexo masculino.  Dois Programas contam com apenas um homem entre seus docentes (IBICT/UFRJ): 9,1% e PUCCAMP: 16,7%) enquanto outros dois possuem 5 professores na sua população (USP: 29,4% e UnB: 41,7%).  Por outro lado, a proporção na UFMG com três docentes do sexo masculino é de 30,8% e na UFPb os dois professores representam 28,6% da população.

Verifica-se que, na comparação entre os percentuais dos docentes do sexo masculino, o maior índice está na UnB.  Por outro lado, é pouco significativa a diferença percentual entre UFMG, USP e UFPb (aproximadamente 30%) enquanto a IBICT/UFRJ não atinge 10% (Tabelas 1 a 6). Estes dados mostram que na área da Ciência da Informação, aproximadamente 70% dos docentes são do sexo feminino, percentual superior ao da pesquisa realizada pelo CNPq no ano 2000 com “48.781 pesquisadores  dos quais 27.394 são homens e 21.394 mulheres – quase 44% do quadro do País” (LUIZ, 2001).

 

Tabela 7 – FORMAÇÃO, GRADUAÇÃO E TITULAÇÃO DOS DOCENTES/DOUTORES (1999)

Instituição

Número de Docentes

Biblioteconomia/ Ciência da Informação

    G1      G2                M        D

Outras áreas

 

G       M       D

Sem

Indicação

G    M  D

PósDout

IBICT/UFRJ

USP

UFMG

PUCCAMP

UFPb

UnB

11

17

           13

 6

7

12

    4           1               7               8

9           2             10             12

3           1               5               4

3           1               4               1

5           –                6               3

10           –              11               9

  2       3        3

6       6        5

7       5        9

2        2       4

2        1       4

2        1       2

  4     1     –

–     1     –

2    3     –

–     –     1

–     –     –

–     –     1

2

1

4

4

Total

%

66

  34           5             43             37

51,5        7,6           65,1          56,1

  21      18      27

31,8   27,3  40,9

  6     5     2

9,1  7,6  3,0

11

16,7

G1 – Graduação em Biblioteconomia/Ciência da Informação

G2 – Graduação em Biblioteconomia/Ciência da Informação e mais outra área

 

 

A formação e titulação dos docentes foi enfocada em dois segmentos (Tabela 7): a) graduação e titulação  em Biblioteconomia/Ciência da Informação e mais uma graduação em outra área; e, b) graduação e titulação em outras áreas (educação, comunicação, química, sociologia, geografia, filosofia, saúde pública, letras, arte) com  significativa diferença.  No primeiro segmento, a graduação na área específica ou agregada a mais outra área é representada por 59,1%, enquanto os do segundo segmento (graduação em outra área)  é de 31.8%.  Para integrar os 100% somam-se os 9.1%  que não informaram esse dado.

Analisando-se a obtenção da titulação  verifica-se o maior percentual (65,1%) dos docentes com mestrado na área em Biblioteconomia/Ciência da Informação, o que representa um acréscimo de 6% aos docentes que são graduados nessa mesma área (59,1%).  Isso indica que essa diferença corresponde aos graduados em outras áreas que migraram para o mestrado em Ciência da Informação.  Por outro lado, o doutorado na área de Ciência da Informação (56,1%) decresce em relação ao mestrado (65,1%) enquanto aumenta consideravelmente o percentual de doutores em outras áreas (40,9%) em relação ao mestrado (27,3%). No conjunto, os 25 (37,9%) doutores titulados na década de 90 ampliaram o corpo docente dos seis Programas com a qualificação adequada para contribuir para os avanços do conhecimento da área.

 

 

Tabela 8 – LOCAL DE  TITULAÇÃO DOS DOCENTES/DOUTORES

 

Instituição

Número de Docentes/

Doutores

Mestrado

Doutorado

Pós-Doutorado no Exterior (informado)

Brasil

Exterior

Sem Indicação

Brasil

Exterior

Sem Indicação

IBICT/UFRJ

USP

UFMG

PUCCAMP

UFPb

UnB

11

17

         13

6

7

12

7

15

6

3

5

6

3

1

4

3

5

1

1

3

2

1

6

15

5

4

4

4

5

2

8

2

3

7

1

2

1

4

4

Total

66

42

    63,6%

16

   24,2%

8

      12,1%

38

  57,6%

27

   40,9%

1

       1,5%

11

       16,7%

 

Analisando-se o local das instituições onde os docentes obtiveram os respectivos títulos de mestre e doutor (Tabela 8) verifica-se que o mestrado no Brasil foi informado por 63,6%, sendo bem menor o percentual  dos titulados no exterior (24,2%).  Quanto ao doutorado decresce os percentuais mostrando que 57,6%  fizeram no Brasil, enquanto quase duplica o percentual (40,9%) dos doutores em relação aos mestres que obtiveram o título no exterior. Apenas um docente (1,5%) não forneceu este dado. Esse aperfeiçoamento dos docentes em outras países, predominantemente nos Estados Unidos, Inglaterra, França e Espanha, aponta para a tendência de evitar a “endogenia”  e acompanhar as novas perspectivas que se abrem neste início de século com a globalização (SANTOS, 1997).  Destacam-se nesta investigação os 27 projetos de pesquisa de doutorado realizados no exterior e as experiências vivenciadas pelos  11 docentes que realizaram as investigações de pós-doutorado (Tabela 8).  Estes dados, certamente contribuem para o crescimento do conhecimento da área com enfoques avançados aportados por esses doutores, podendo ser inseridos de forma coerente nas linhas de pesquisa que estão ou venham a ser  implantadas nos quatro Programas de doutorado do país.

 

4.2.2. Orientação dos Alunos de Pós-Graduação:  Mestres/Doutores segundo as Linhas

           de Pesquisa – 1990-1999

 

Os 66 docentes/doutores estão envolvidos em 22 linhas de pesquisa desenvolvidas

nos seis cursos de pós-graduação.  O número médio de LP varia de 2 (UFPb), 3 (PUCCAMP, UFMG),  4 (UnB e USP) e 6 no UFRJ/IBICT.

Quanto à orientação dos alunos dos cursos de pós-graduação em Ciência da Informação, mestrado e doutorado, durante o período de 1990-1999 os Quadros mostram  informações prestadas por  41 docentes (62,1% do total de docentes/doutores atuantes nos seis cursos).  É necessário considerar que as universidades estabelecem critérios diferentes para credenciar os docentes para orientar tanto os mestres como os doutores. Assim, confirmam-se os dados referentes aos  docentes recém-doutores  ainda não credenciados para orientação.

 

Tabela 9 – NÚMERO DE ORIENTANDOS E ORIENTADOS DE MESTRADO E DOUTORADO

                  SEGUNDO AS LINHAS DE PESQUISA DOS DOCENTES/DOUTORES ENVOLVIDOS NOS

                   PROGRAMAS DE  PÓS-GRADUAÇÃO -1990-1999*

 

LINHAS PESQUISA IBICT/UFRJ

PROGRAMA: Ciência da Informação

Número de Docentes

MESTRADO

DOUTORADO

Andamento

Concluído

Andamento

Concluído

Processamento da Informação

1

3

1

2

Informação, Ciência e Sociedade

2

Informação, Tecnologia e Sociedade

2

12

Epistemologia, Interdisciplinaridade e Ciência da Informação

1

5

22

8

6

Informação, Cultura e Sociedade

2

43

4

1

Estrutura e Fluxo da Informação

3

6

52

8

11

                SUB-TOTAL

11

14

130

22

18

 

 

LINHAS PESQUISA ECA/USP

PROGRAMA: Comunicação.

ÁREA: Ciência da Informação

Nº. Docentes

MESTRADO

DOUTORADO

Andamento

Concluído

Andamento

Concluído

Ação Cultural

5

3

13

2

6

Análise Documentária

5

10

8

5

4

Geração e Uso da Informação

4

6

         –

4

Informação, Comunicação e Educação

3

9

8

2

SUB-TOTAL

17

28

29

9

14

 

LINHAS PESQUISA UFMG

PROGRAMA: Ciência da Informação

Número de Docentes

MESTRADO

DOUTORADO

Andamento

Concluído

Andamento

Concluído

Informação e Sociedade

3

4

8

2

Tratamento da Informação e Bibliometria

3

3

5

Informação Gerencial e Tecnológica

7

24

17

10

SUB-TOTAL

13

31

30

12

 

 

LINHAS PESQUISA PUCCAMP

PROGRAMA: Biblioteconomia e Ciência da Informação

Número de Docentes

MESTRADO

DOUTORADO

Andamento

Concluído

Andamento

Concluído

Administração de Sistemas de Informação

2

5

38

Planejamento e Programa de Leitura

1

4

19

Informação para Indústria e Negócios

3

12

17

SUB-TOTAL

6

21

74

 

 

 

LINHAS PESQUISA UFPb

PROGRAMA: Ciência da Informação

Número de Docentes

MESTRADO

DOUTORADO

Andamento

Concluído

Andamento

Concluído

Informação e Cidadania

3

2

3

Informação para o Desenvolvimento Regional

4

4

11

SUB-TOTAL

7

6

14

 

 

LINHAS PESQUISA UnB

PROGRAMA: Ciência da Informação

Número de Docentes

MESTRADO

DOUTORADO

Andamento

Concluído

Andamento

Concluído

Formação Profissional e Mercado de Trabalho

3

2

4

4

Planejamento, Gerência, Avaliação de Bibliotecas e Sistemas de Informação

4

1

1

Comunicação Científica

1

1

8

3

3

Processos e Linguagem de Indexação

4

10

1

2

SUB-TOTAL

12

3

18

9

10

TOTAL GERAL

66

103

25,9%

295

74,1%

52

55,3%

42

44,7%

* Informação prestada por 41 docentes em exercício em 1999. Considera-se que existem docentes/doutores ainda não credenciados para orientação.

 

Comparando-se os dados de mestrado e doutorado nas duas fases (andamento e concluído) durante o período de 1990-1999 verifica-se o crescimento na dedicação ao doutorado representada por orientação às teses que estão em andamento (55,3%) em relação aos 25,9% das dissertações nas mesmas fases.  Excluindo os dois Programas que não oferecem doutorado, encontram-se nos quatro Programas 76 dissertações (26,9%) em andamento e tendo sido concluídas 207 (73,1%). Nessas quatro instituições que oferecem os dois níveis, acentua-se ainda mais a diferença, com maior representatividade na formação de doutores, comparando-se o total de  42 teses defendidas (44,7%) de 1990 a 1999 e o investimento na orientação das 52 (55,3%) em andamento no ano 2000, destacando-se o IBICT/UFRJ. A UFMG que ainda não titulou doutores.  Os recursos humanos em da Ciência da Informação vêm se tornando mais capacitados para a pesquisa e acompanham o desenvolvimento científico e tecnológico contribuindo para a valorização do conhecimento na área.

Tabela 10 – MÉDIA ANUAL DE MESTRADOS E DOUTORADOS CONCLUÍDOS NO PERÍODO DE

1990 A 1999(*).

 

Instituição

Total dos Titulados

Média/Ano

Mestrado

Doutorado

M

D

UFRJ/IBICT (M-1970/D-1992)

130

18

13,0

2,25

USP (M-1972/D-1980)

29

14

2,9

1,4

UFMG (M-1976/D-1997)

30

3,0

PUCCAMP (M-1977)

74

7,4

UFPb (M-1978)

14

1,4

UnB (M-1978/D-1992)

18

10

1,8

1,25

TOTAL

295

42

(*) Sob a orientação de 41 docentes/doutores em exercício em 1999.

 

O IBICT/UFRJ é a instituição que, em 1999,  informou que 9 dos 11 docentes/doutores orientaram o maior número de mestres (130) com uma média/ano de 13 dissertações. Em 8 anos de curso de doutorado os atuais docentes de 3 linhas formaram  18 doutores, com uma média de 2,25 teses/ano. Encontram-se 22 teses de doutorado em andamento em 4 das atuais 6 linhas. A LP “Estrutura e fluxo da informação” tem sido a mais procurada tanto no desenvolvimento das dissertações como nas teses.

A USP, com o corpo docente atual constituído por 17 docentes/doutores, dos quais   apenas os credenciados formaram, no período, 29 mestres  e 14 doutores, com  uma produção média anual de 2,9 mestrados e 1,4 doutorados concluídos. Encontram-se em andamento 28 dissertações e 9 teses. A LP “Ação cultural” deteve o maior número de dissertações e teses defendidas no período (13 e 6, respectivamente). Para as dissertações/teses em andamento observa—se a maior concentração na temática da LP  “Análise documentária”, embora, no período, tenha titulado 8 mestres e 4 doutores.

A UFMG é a única unidade que apresentou maior crescimento na orientação de Mestres com 30 concluídas (média anual de 3 dissertações) no período e 31 dissertações em andamento. Tendo iniciado o nível de doutorado em 1997, conta com 12 teses em andamento, porém  não indicou nenhuma tese defendida até 1999.  Destaca-se nessa unidade a LP “Informação Gerencial e Tecnológica” como a mais procurada no interesse dos alunos em ambos os níveis.

A UnB, com o corpo docente atual, informou uma média de 1,8 e 1,25 dissertações e teses defendidas ao ano. As LPs “Comunicação científica” existente desde 1997, e “Processos e Linguagens de indexação” já consolidada desde 1992, apresentaram o maior número de dissertações e 50% das teses já concluídas no período. A LP “Formação profissional e Mercado de trabalho” que vem se firmando a partir de  1997  tem a preferência das dissertações/teses em andamento e formou o maior número de doutores no período.

Os dois Programas que oferecem apenas mestrado apresentam grandes diferenças na média/ano de dissertações orientadas (PUCCAMP 7,4 e UFPb 1,4).  Em relação às que estão em andamento a  PUCCAMP tem a LP “Informação para indústria  e Negócios” como a mais solicitada  e “Administração de Sistemas de Informação” para as concluídas. Das 2 LPs desenvolvidas na UFPb, a mais procurada é a linha consolidada desde 1992, voltada ao tema “Informação para Desenvolvimento Regional” onde despontam os mestrados em andamento e concluídos.

 

4.3.  Produção Docente  –  Base PROBI  

As atividades de ensino, e as de pesquisa que resultaram em publicações, constam da base PROBI, com a cobertura da produção científica dos docente/doutores nos  anos 90. A lógica do sistema de recuperação de informações pela interface do processo permitiu cruzar as variáveis, facilitando a análise e reflexão acerca do progresso alcançado pela área.  A Tabela 11 mostra a produção dos docentes segundo as linhas de pesquisa dos 6 Programas de Pós-graduação estudados.  Os trabalhos científicos realizados e os resultados divulgados à comunidade através da literatura branca (livros, capítulos e artigos) e da literatura  cinzenta (dissertações, teses e comunicações em eventos, relatórios técnicos e outros de divulgação restrita) são apresentados nas Tabela  12 e Gráfico 1.

 

4.3.1. Produção Docente segundo as Linhas de Pesquisa e Programas de Pós-

         Graduação

 

Entre as várias linhas de pesquisa, verifica-se que em cada Programa, destaca-se uma como mais produtiva (Tabela 11).  Como exceção, a USP desponta com duas linhas (“Ação Cultural” e “Geração e Uso da Informação”) enquanto nos demais 5 Programas de PG apenas 1 é considerada mais produtiva completando as 7 linhas.  O número de docentes  em cada uma dessas linhas variou entre 3 e 4, sendo também exceção a linha da “Ação Cultural”,  da USP, com 5 docentes.

A produção global de 1.108 documentos, identificados no período de 1990-1999, significa a média aproximada de 110 trabalhos/ano apresentados pelos seis Programas.  Tomando-se isoladamente as linhas mais produtivas de cada uma dos Programas (Tabela 11) verifica-se que as duas linhas da USP que se destacaram ultrapassam a média anual da produção global com 176 e 137 documentos que representam 63,3% dos documentos produzidos no período.  Na seqüência encontra-se uma das duas linhas da UFPb com 103 trabalhos; com 91 documentos situa-se a linha mais produtiva da UnB; 60 documentos foram informados por uma das linhas da UFRJ/IBICT; 49 pela linha “Administração” da PUCCAMP e 42 por uma das linhas da UFMG.

Tabela 11- PRODUÇÃO DOS DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SEGUNDO AS LINHAS DE PESQUISA – 1990-1999

 

 

PROGRAMAS

Linhas de Pesquisa

N.º de docentes

Produção

(1990-1999)

UFRJ / IBICT Epistemologia, interdisciplinaridade

1

20

Pós-Graduação em Estrutura e Fluxo da Informação

3

60

Ciência da Informação Informação, Ciência e Sociedade

2

13

  Informação, Cultura e Sociedade

2

25

  Informação, Tecnologia e Sociedade

2

19

  Processamento da Informação

1

16

Total  

11

153 (13,8%)

USP Ação Cultural

5

176

Pós-Graduação em Análise Documentária

5

90

Ciência da Informação Geração e Uso da Informação

4

137

  Informação, Comunicação e Educação

3

90

Total  

17

493 (44,5%)

UFMG Informação e Sociedade

3

11

Pós-Graduação em Informação Gerencial e Tecnológica

7

42

Ciência da Informação Tratamento da Informação e Bibliometria

3

36

Total  

13

89 (8,0%)

PUCCAMP Administração de Sistemas de Informação

3

49

Pós-Graduação em Biblioteconomia Informação para Indústria e Negócios

2

12

E Ciência da Informação Planejamento e Programa de Leitura

1

7

Total  

6

68 (6,2%)

UFPb Informação e Cidadania

3

21

Mestrado em Ciência da Informação Informação para o desenvolvimento Regional

4

103

Total  

7

124 (11,2%)

UnB Comunicação Científica

1

35

Pós-Graduação em Formação Profissional e Mercado de Trabalho

3

27

Ciência da Informação

E Documentação

Planejamento, Gerência, Avaliação de Bibliotecas e Sistemas de Informação

4

91

  Processos e Linguagens de indexação

4

28

Total  

12

181 (16,3%)

 

TOTAL GERAL

 

66

1.108 (100%)

Comparando-se a produção por linha em relação aos Programas, verifica-se a alteração no “ranking” das posições.  A diversidade do número de linhas de pesquisa e dos interesses dos respectivos docentes são fatores que contribuem para posicionar o Programa (Tabela 11).   Assim, o Programa da USP que alcançou o primeiro lugar na análise, destacando duas das 3 linhas de pesquisa, já consolidadas desde 1992, mantém esse primeiro lugar com 493 (44,5%) trabalhos produzidos no total pelas 4 linhas.  Em segundo lugar situa-se a UnB, também com 4 linhas, produzindo 181 (16,3%) documentos, embora uma das 2 linhas consolidadas desde 1992 lhe garanta a 3ª posição.  O terceiro lugar por Programa, é ocupado pelo IBICT/UFRJ que diversifica a programação, distribuindo, em 1999,  as temáticas por seis linhas que, no conjunto, produzem 153 (13,8%) documentos.  A  linha que também está consolidada desde 1992, destaca-se em quarto lugar.  Embora a UFPb ocupe o 3º lugar por linha de pesquisa, a produção, no conjunto das duas linhas, já existentes  desde 1992, coloca  o Programa em quarto lugar com 124 (11,2%) documentos, invertendo a posição com a IBICT/UFRJ. As duas últimas posições dos Programas invertem a categorização da produção por linha. Apesar de cada uma apresentar 3 linhas, situa-se a UFMG em 5º lugar com 189 (8,03%) documentos (7º lugar por linha) remodelada em 1999, e,  por último, a PUCCAMP com 68 (6,1%), embora por linha, todas elas estruturadas em 1999,  ela se destaque em 6º lugar.  A USP e a UFPb mostram como linhas mais produtivas aquelas relacionadas com as temáticas  da sociologia e da história da ciência, evidenciando a mediação com a sociedade, que transparecem em “Ação Cultural” (USP), “Geração e Uso da Informação” (USP) e “Informação para o Desenvolvimento Regional” (UFPb).  Por outro lado, a linha mais produtiva de cada um dos demais 4 Programas, quando aglutinadas, formam o bloco cuja temática comum enfoca o  Planejamento, Gerência, Administração e Avaliação de Serviço. As alterações verificadas no “ranking” do posicionamento dos Programas em relação às linhas mais produtivas mostra a necessidade de avaliar as tendências da comunidade científica e acompanhar os avanços que ocorrem no mundo globalizado.

 

4.3.2. Tipos de Documentos

            A visibilidade da produção dos 1108 documentos foi viabilizada no período de 10 anos ( Tabela 12 e Gráfico 1)  por meio de 414 (37,3%) artigos publicados em periódicos e de 56 (5,1%) em  jornais.  Essa literatura branca foi contemplada com o acréscimo da publicação de 120 (10.8%) livros/monografias além de 73 (6,9%) capítulos ou parte de monografias, perfazendo o total de 59,8% publicados nos anos 90.

Os demais 40,2%  correspondem à produção de literaturas cinzenta.  As características desses documentos, que levam como estigma a categorização com menos índice de reconhecimento, nos processos de avaliação acadêmica, geralmente são desprezados pelos autores por ocasião da elaboração dos currículos ou registro da produção científica.  Assim, só foram consideradas as 330 (29,8% da  produção total) comunicações apresentadas em eventos que pudessem ser recuperadas  pelos anais publicados pelos processo tradicional ou eletrônico (disquetes ou CDs).  Incorporadas à base PROBI, as 330 comunicações apresentadas em eventos nacionais e internacionais, representam o segundo tipo de documento mais produtivo.

Tabela 12 – PRODUÇÃO DOS DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SEGUNDO OS TIPOS DE LITERATURA: BRANCA E CINZENTA (1990-1999)

 

 

Programa

Nº docentes

Literatura Branca  

Total

 

Literatura Cinzenta  

Total

TOTAL

GERAL

Artigo de periódico

Artigo de jornal

Mono-

grafia /

livro

Parte de

mono-

grafia

Disset.

Mestrado

Tese

Doutorado

Trabalho

de

evento

Relat.

Técnico

Outros

UFRJ / IBICT

 

11

62

17

7

86

2

62

1

2

67

153

USP

 

17

155

44

53

53

305

2

9

122

2

53

188

493

UFMG

 

13

35

1

4

5

45

4

40

44

89

PUCCAMP

 

6

37

5

1

43

1

24

25

68

UFPb

 

7

61

11

3

3

78

4

4

28

10

46

124

UnB

 

12

64

38

4

106

1

5

54

4

11

75

181

TOTAL

 

66

(100,0)

414

(37,3)

56

(5,1)

120

(10,8)

73

(6,6)

663

7

(0,6)

25

(2,2)

330

(29,8)

7

(0,6)

76

(6,9)

445

1.108

(100,0)

 

 

Gráfico 1 – PRODUÇÃO DAS LITERATURAS BRANCA E CINZENTA DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO (1990-1999)

 

Nesse grupo de literatura cinzenta foi constatada a presença de 7 (0,6%) dissertações de mestrado de docentes que no período delimitado. Esses docentes defenderam o doutorado e, somando-se aos demais mestres titulados anteriormente, totalizaram 25  (2,2%) teses defendidas. Essa titulação permitiu ampliar em 37,9% o corpo docente qualificado.

Desconhecido ou desconsiderado tem sido o registro da apresentação dos relatórios científicos resultantes dos projetos de pesquisa. Ressalta-se a importância dos dados primários que representam uma das exigências determinadas pelos órgãos de fomento.  As pesquisas só podem ser continuadas ou avaliadas     através de relatórios periódicos, constituindo-se em documento de grande significado para o crescimento da ciência e para prestação de contas à sociedade das verbas destinadas pelas agências financiadora.  Apesar de sua tiragem limitada, o relatório, como literatura cinzenta, deve constar da produção dos pesquisadores.  Surpreendentemente, no período de 10 anos foram mencionados apenas 7 (0,67%) relatórios.

Esse dado confirma a falta de atenção dos docentes/pesquisadores quanto à informação desse tipo de documento. OLIVEIRA (1998), em sua tese de doutorado, levantou 61 projetos financiados pelo CNPq no período de 1990 a 1993, dos quais 50 (82%) tinham apresentado os relatórios.  Deve-se considerar que nesses anos não só os doutores eram contemplados com apoio ou bolsas, no entanto, 43% foram realizadas pelos docentes de pós-graduação.

 

4.3.3. Autoria dos Documentos

 

Ao observar as Tabelas 13 e 14, e o Gráfico 2 verifica-se a predominância da produção de 812 (73,3%) documentos assinados por um só autor.  Esse achado confirma as características dos trabalhos individuais da área de humanidades.

 

Tabela 13 – PRODUÇÃO DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE

PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, SEGUNDO

TIPOS DE DOCUMENTOS E TIPO DE AUTORIA

 

Tipo de Documento

UFRJ/IBICT

USP

UFMG

PUCCAMP

UFPb

UnB

TOTAL

GERAL

1a

2a

3a

+3a

1a

2a

3a

+3a

1a

2a

3a

+3a

1a

2a

3a

+3a

1a

2a

3a

+3a

1a

2a

3a

+3a

Artigo de periódico

52

4

4

2

123

17

5

10

21

3

8

3

21

10

5

1

46

12

2

1

51

8

5

414

Artigo de jornal

42

1

1

1

8

2

1

56

Monografia / livro

10

4

1

2

28

14

4

7

4

4

1

2

1

32

3

3

120

Parte de monografia

6

1

46

2

5

4

1

1

1

2

4

73

Dissertação Mestrado

2

4

1

7

Tese

Doutorado

2

9

4

1

4

4

1

25

Trabalho de Evento

45

9

2

6

67

26

12

17

16

19

5

0

19

3

1

1

16

7

3

2

43

4

6

1

330

Relatório

Técnico

1

2

2

2

7

Outros

2

42

9

1

1

10

9

2

76

TOTAL

118

8

7

10

361

68

28

36

50

23

13

3

46

14

6

2

91

24

6

3

146

20

14

1

1.108

 

Legenda: 1a = 1 autor; 2a = 2 autores; 3a = 3 autores; + 3a = mais de 3 autores.

 

Analisando-se a produção por tipo de documento (Tabela 13) justificam-se  as dissertações de mestrado (7) e as teses de doutorado (25) com a autoria de um só titulado.  Contudo, as monografias/livros e capítulos  apresentam um número elevado de autoria única (142, ou 12,8%) que, agregado aos 314 (28,3%) artigos de periódicos e 51 (4,6%) artigos de jornais correspondem a 45,7% da literatura global produzida.  Esses tipos de documentos caracterizados como literatura branca vem cedendo espaço para a literatura cinzenta que ainda é publicada (54,3%) por autores individuais.

A constituição de Núcleos de Pesquisa e a consolidação das linhas dos diferentes Programas vêm facilitando a nova estrutura social com trabalhos cooperativos, intra e inter institucionais. Os resultados das pesquisas integradas vêm contribuindo para aumentar a produção de grupos de trabalho estáveis que são apresentados, principalmente em eventos, com a assinatura de três ou mais autores. O menor percentual de trabalhos com autoria única é encontrado na UFMG (56,2%) enquanto na UnB foram identificados os maiores índices (80,6%) de trabalhos de um só autor. Os demais quatro Programas situaram-se na faixa entre 73%  e 77%. Essa característica é observada na USP (Tabela 14) que conta com vários Núcleos de pesquisa, e publicou, no período, 361 (73,2%) documentos de autoria individual e 132 (26,8%) com autoria múltipla.

Tabela 14 – PRODUÇÃO DOS DOCENTES/DOUTORES SEGUNDO AUTORIA INDIVIDUAL E

MÚLTIPLA (1990-1999).

 

Instituição

Autoria única

2 autores

3 autores

+ 3 autores

TOTAL

TOTAL

GERAL

IBICT/UFRJ

118 (77,1)

18

7

10

35 (22,9%)

153

USP

361 (73,2)

68

28

36

132 (26,8%)

493

UFMG

50 (56,2)

23

13

3

39 (43,8%)

89

PUCCAMP

46 (67,6)

14

6

2

22 (32,4%)

68

UFPb

91 (73,4)

24

6

3

33 (26,6%)

124

UnB

146 (80,6)

20

14

1

35 (19,4%)

181

TOTAL

812

(73,3%)

167

(15% )

74

( 6,7%)

55

(5,0%)

296

(26,7%)

1108

(100%)

 

 

Gráfico 2 – PRODUÇÃO DOCENTES/DOUTORES SEGUNDO TIPO DE AUTORIA

 

 

 

 

 

 

 

 

4.3.4. Idioma dos Trabalhos Produzidos

Os seis Programas de Pós-Graduação contam com periódicos editados nas respectivas universidades, sendo editados em diversificadas áreas do conhecimento onde refletem a contribuição dos profissionais da informação.  Certamente o idioma pátrio é o preferido para a publicação, constatada através de 354 artigos publicados em 88 periódicos e 330comunicações em 106 eventos nacionais.  No entanto, os docentes  publicaram em 29 periódicos internacionais, tanto em inglês (25 artigos) como no idioma espanhol (34 artigos)  e com menor porcentagem em francês (3 artigos) e um em português.  Em 51 eventos internacionais foram apresentadas 76 comunicações das quais 36 (47,3%) também foram em português; 30 (39,4%) em inglês e 10 (13,1%) em espanhol.

 

4.3.5. Evolução Cronológica da Produção

A titulação de doutor e o progresso na carreira docente vem contribuindo para as alterações que são evidentes na  evolução cronológica da produção.

Embora a área fosse privilegiada com o Programa de doutoramento na USP desde 1980, foi a  partir de 1992, quando os Programas de Pós-Graduação começaram a manter o corpo docente estável e ampliados com 25 docentes/doutores, com a criação dos cursos a nível de doutorado nas universidades de Rio de Janeiro, Brasília e Minas Gerais, a produção global ultrapassou a divulgação de 100 documentos/ano.   As reduzidas produções dos anos 1991 (64 documentos) e de  1993 com 76 trabalhos alcançou o patamar aproximado de 120 produções a partir de 1994, atingindo o  pico  em 1997 com 183 produções (Gráfico 3).

Gráfico 3 – EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO DURANTE OS ANOS 90

 

 

 

A regularidade de cada Programa começou a se estabilizar a partir de 1994 (Tabela 15), com destaque para as comunicações apresentadas nos eventos (Tabela 16).  O decréscimo no ano de 1999 pode ser justificado pelo período da coleta, encerrado em dezembro do referido ano, quando os relatórios institucionais e individuais ainda não tinham sido consolidados. Pela Tabela 15 pode-se verificar uma certa constância no número de artigos publicados ao longo dos 10 anos. Para os livros/monografias e capítulos ou partes nota-se certo declínio na produção a partir de 1997.

Tabela 15 – PRODUÇÃO DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, SEGUNDO ANO DE PUBLICAÇÃO (1990-1999)

 

ANO

UFRJ/IBICT

USP

UFMG

PUCCAMP

UFPb

UnB

TOTAL (%)

1990

13

38

9

5

7

15

87 (7,8)

1991

1

23

8

3

15

14

64 (5,8)

1992

6

53

4

5

6

30

104 (9,4)

1993

4

39

5

4

8

16

76 (6,9)

1994

9

61

10

15

11

20

126 (11,4)

1995

21

53

10

12

16

11

123 (11,1)

1996

15

57

11

3

12

11

109 (9,8)

1997

26

97

15

13

11

21

183 (16,5)

1998

13

51

17

4

16

18

119 (10,7)

1999

42

19

4

22

18

105 (9,5)

Sem data

3

2

7

12 (1,1)

TOTAL

153

493

89

68

124

181

1.108 (100,0)

 

Tabela 16 – PRODUÇÃO DOCENTES/DOUTORES DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SEGUNDO TIPO DE DOCUMENTO E ANO DE PUBLICAÇÃO (1990-1999)

ANO

Artigo de

periódico

Artigo de

Jornal

Monografia

/ Livro

Parte de

monografia

Dissertação

Mestrado

Tese

Doutorado

Trabalho

de evento

Relatório

Técnico

Outros

TOTAL (%)

1990

42

4

9

6

1

1

19

5

87 (7,8)

1991

24

3

11

5

2

17

2

64 (5,8)

1992

42

9

20

7

2

19

5

104 (9,4)

1993

36

5

11

8

3

1

10

2

76 (6,9)

1994

34

7

17

8

1

2

53

1

3

126 (11,4)

1995

47

5

11

4

43

13

123 (11,1)

1996

43

3

12

8

5

28

10

109 (9,8)

1997

57

11

16

14

1

72

1

11

183 (16,5)

1998

46

5

6

9

7

33

2

11

119 (10,7)

1999

37

4

6

8

2

35

2

11

105 (9,5)

Sem data

6

1

1

1

3

12 (1,1)

TOTAL

414

56

120

73

7

25

330

7

76

1.108 (100,0)

 

4.3.6. Divulgação da Produção segundo os Veículos Utilizados: Periódicos e Eventos

4.3.6.1. Periódicos

Avaliando-se a contribuição dos docentes/doutores para as 87 revistas publicadas no Brasil (Tabela 17 e 18) verifica-se que 16 títulos (18,4%) pertencem a periódicos específicos da área.  Esses títulos detêm 61,0% (216) do total de artigos (354) publicados em periódicos nacionais.  Entre eles destaca-se a concentração nas  4 revistas mais antigas, fundadas na década de 70 por ocasião da criação dos cursos de pós-graduação (Ciência da Informação– 1972; Revista de Biblioteconomia de Brasília, 1973; Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1972-1995 (atualmente, Perspectivas em Ciências da Informação) e Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, 1973) que publicaram 132 artigos.  Na década de 80 foram criadas mais duas (Palavra-Chave, 1982 e Transinformação, 1989) que divulgaram 40 artigos.  Na década de 90, o curso de  pós-graduação da UFPb lança , em 1991, o periódico Informação & Sociedade onde foram publicados 12 artigos, e, em 1995, na UFRJ começa a ser editada a revista Informare; Cadernos do Programa de Pós-Graduação que divulgou 11 artigos. A  Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, em 1996, se transforma em Perspectivas em Ciência da Informação, publicando, até 1999,  10 artigos. Nesse mesmo ano surge Informação & Informação  na Universidade Estadual de Londrina, onde ainda é pequena a contribuição dos docentes/doutores da pós-graduação (4 artigos).  O mesmo ocorre com a Revista de Biblioteconomia do Maranhão onde foram publicados 2 artigos.  A dispersão de um artigo apenas foi constatada em 5 revistas que têm o título relacionado com a especialidade Biblioteconomia e Documentação  (Cadernos de Terminologia, São Paulo; CRB-8 Boletim, São Paulo; Informativo IBICT, Rio de Janeiro; Revista da Biblioteca Mario de Andrade, São Paulo; Revista de Biblioteconomia & Comunicação, Porto Alegre).

Os demais  138 (39,0%) artigos foram publicados em 71 periódicos considerados como áreas correlatas (Comunicação; Educação; Cultura; Semiótica) ou em periódicos de outras áreas especializadas (Medicina; Legislação; Desenho; Arte; Administraçã0; Turismo; Política),  de universidades em geral ou mesmo de assuntos gerais como induzem alguns dos títulos (Signo; Imagens; Veja; Ícone; República; Revista Época e outras).

Considerando-se a publicação dos artigos dos docentes/doutores em cada um dos Programas de Pós-Graduação, separadamente, verifica-se uma concentração maior na demanda dos títulos publicados na própria instituição ou no local de origem.

Entendendo-se que a revista científica “é o reflexo da ciência que se faz e dos condicionamentos políticos, econômicos e sócio-institucionais que estão em jogo” (MARTELETO, 1998,p.49), verifica-se que a revista brasileira da área que publicou, no período, a maior contribuição de todos os Programas, com 80 artigos, foi a  Ciência da Informação.  No entanto, as revistas editadas em cada Programa caracterizam-se como o veículo de maior difusão da produção interna. Essa endogenia é identificada no IBICT/UFRJ (12 artigos); UFPb (12 artigos); UFMG (23 artigos); PUCCAMP (17 artigos).

Assim, grande maioria dos artigos publicados na revista Informare (90,9%) foi elaborada pelos docentes do Programa de Pós-Graduação da UFRJ/IBICT que também é responsável pela editoração desse periódicos; a UFPb conta com 12 (20%) artigos publicados na revista Informação e Sociedade, que corresponde a 100% de sua  produção, isto é, consta neste título apenas artigos publicados pelos docentes/doutores do Programa  da UFPb; os docentes/doutores da UFMG tiveram publicados 67,6% (23 artigos) de sua produção (34 artigos) nas revistas editadas pela Escola de Biblioteconomia da UFMG (Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG e Perspectivas em Ciência da Informação).  Nesta mesma linha encontram-se 50% dos artigos publicados pelos docentes da PUCCAMP que foram divulgados na revista Transinformação (53,1% do total produzido).   Os docentes/doutores da UnB têm sua maior produção de artigos (57,1%) divulgada na revista Ciência da Informação, que é editada em Brasília, pelo IBICT , sendo que  a maioria dos artigos nela publicados são produzidos pelos  docentes/doutores da UFRJ/IBICT (31,25%).  A maior dispersão de títulos de periódicos é verificada na produção dos docentes/doutores da USP que se valeram de 56 (64,2%) dos 87 títulos nacionais para divulgarem seus artigos. ).  A revista  mais utilizada pelos docentes da USP é a Ciência da Informação, no entanto, a maior concentração de artigos se deu em periódicos de áreas correlatas ou outras áreas (apenas 34,8% dos artigos dos docentes/doutores da USP foram publicados nos periódicos da área da ciência da informação).

Dispersão semelhante por áreas diversificadas  não ocorre com os periódicos internacionais (Tabelas 19 e 20).  Os 60 artigos foram publicados em 28 periódicos onde se identificam apenas 3 revistas de áreas correlatas.  Entre as 25 revistas da área específica destacam-se duas: Ciencia de la Información  (Havana,  Cuba) e Investigación Bibliotecológica (México), publicando 10 e  9 artigos, respectivamente, que corresponde a 31,7% do total 60) artigos publicados fora do país.   Verificou-se a tendência em se publicar em idioma espanhol sendo representado por 33 (55%) artigos divulgados em 12 (42,85%) títulos editados na América Latina e Espanha.  Em língua inglesa a concentração  verifica-se em dois títulos (Information Development e New Library World) publicando 5 artigos em cada uma.  A dispersão é registrada por um artigo publicado em 11 títulos editados na Europa e Estados Unidos.

 

Estes resultados vêm confirmar a tendência à endogenia para a publicação dos artigos em revistas nacionais onde os autores docentes/doutores dos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação buscam recursos intra-muros para divulgação de suas investigações.  A divulgação fora do país é tímida e concentra-se em artigos publicados em língua espanhola principalmente na América Latina e poucos na Espanha.

 

Tabela 17 – FREQÜÊNCIA DE USO DOS TÍTULOS DE PERIÓDICOS NACIONAIS

(ORDEM DECRESCENTE DE Nº DE ARTIGOS)

 

 

TÍTULO

 

LOCAL

N.º. ARTIGOS POR UNIDADE

TOTAL

UFRJ/

IBICT

USP

UFPb

UnB

UFMG

PUCCAMP

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

BRASÍLIA

25

15

2

24

5

9

80

TRANSINFORMAÇÃO

CAMPINAS

4

4

5

2

17

32

REVISTA DA ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA DA UFMG

BELO HORIZONTE

1

1

2

1

17

1

23

REVISTA DE BIBLIOTECONOMIA DE BRASÍLIA

BRASÍLIA

3

4

2

8

1

1

19

INFORMAÇÃO & SOCIEDADE

JOÃO PESSOA

12

12

ARQUITETURA E URBANISMO

SÃO PAULO

11

11

INFORMARE

RIO DE JANEIRO

10

1

11

REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

SÃO PAULO

8

1

1

10

PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

BELO HORIZONTE

3

1

6

10

PALAVRA CHAVE

SÃO PAULO

8

8

EDUCAÇÃO E COMPROMISSO

TERESINA

8

8

INTERCOM: REVISTA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO

SÃO PAULO

7

7

REVISTA COMUNICAÇÕES E ARTES

SÃO PAULO

6

6

SÃO PAULO EM PERSPECTIVA

SÃO PAULO

3

1

2

6

REVISTA DA USP

SÃO PAULO

5

5

ACTA CIRÚRGICA BRASILEIRA

SÃO PAULO

3

1

4

CIÊNCIA E CULTURA

SÃO PAULO

4

4

COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO

SÃO PAULO

4

4

INFORMAÇÃO & INFORMAÇÃO

LONDRINA

2

1

1

4

SIGNO

JOÃO PESSOA

4

4

IMAGENS

CAMPINAS

3

3

SHOWMIX

SÃO PAULO

3

3

VEJA

SÃO PAULO

3

3

ANUÁRIO DE INOVAÇÕES EM COMUNICAÇÕES E ARTES

SÃO PAULO

2

2

COMUNICAÇÃO & INFORMAÇÃO

GOIÂNIA

1

1

2

CONTATO

BRASÍLIA

1

1

2

D.O. LEITURA

SÃO PAULO

1

1

ÍCONE

RECIFE

2

2

INFORMAÇÃO CULTURAL

SÃO PAULO

2

2

INFORMATIVO CEUMA

SÃO LUIZ

2

2

REPUBLICA

SÃO PAULO

2

2

REVISTA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO

SÃO PAULO

2

2

REVISTA DE BIBLIOTECONOMIA DO MARANHÃO

SÃO LUIZ

2

2

REVISTA DE INFORMAÇÃO LEGISLATIVA

BRASÍLIA

1

1

2

TECBAHIA

CAMACARI

1

1

2

VEREDAS: CULTURARTE

TERESINA

2

2

ABRACOR BOLETIM

PETRÓPOLIS

1

1

ATRATOR ESTRANHO

SÃO PAULO

1

1

BAD GIRLS

SÃO PAULO

1

1

BC INFORMA

—————–

1

1

BOLETIM ALAIC

SÃO PAULO

1

1

BOLETIM ANPED

SÃO PAULO

1

1

BOLETIM HQ

SÃO PAULO

1

1

BRAVO

SÃO PAULO

1

1

BRAZILIAN COMMUNICATION RESEARCH YEARBOOK

SÃO PAULO

1

1

CADERNOS DE TERMINOLOGIA

SÃO PAULO

1

1

CADERNOS DO LEGISLATIVO

BELO HORIZONTE

1

1

CADERNOS ENAP

BRASÍLIA

1

1

CEUMA PERSPECTIVA

SÃO LUIZ

1

1

COMO FAZER PASSO A PASSO: CURSO PRÁTICO DE DESENHO

SÃO PAULO

1

1

COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE

SÃO B. DO CAMPO

1

1

CRB-8: BOLETIM

SÃO PAULO

1

1

CULTURA 1

PORTO ALEGRE

1

1

D.O. LEITURA

SÃO PAULO

1

1

EDUCAÇÃO E REALIDADE

PORTO ALEGRE

1

1

ENFOQUE

SÃO PAULO

1

1

ESFERA,  A

SÃO PAULO

1

1

FAMECOOS

SÃO PAULO

1

1

INFOCAPES

BRASÍLIA

1

1

INFORMATIVO IBICT

RIO DE JANEIRO

2

2

INTERFACE

BOTUCATU

1

1

ITEM. REVISTA DE ARTE

RIO DE JANEIRO

1

1

LEIA

SÃO PAULO

1

1

LEOPOLDIANUM: REVISTA DE ESTUDO E COMUNICAÇÃO

SANTOS

1

1

LINGUAGEM, EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

TERESINA

1

1

MEMÓRIA

SÃO PAULO

1

1

NOVA ESCOLA

SÃO PAULO

1

1

OLHAR

SÃO CARLOS

1

1

PRESENÇA

TERESINA

1

1

PRIMEIRO PLANO

SÃO PAULO

1

1

QUID

TERESINA

1

1

RELEITURA

BELO HORIZONTE

1

1

REVISTA ARTE 21

SÃO PAULO

1

1

REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS

BRASÍLIA

1

1

REVISTA CULT

SÃO PAULO

1

1

REVISTA DA BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

SÃO PAULO

1

1

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO

SÃO PAULO

1

1

REVISTA DE BIBLIOTECONOMIA & COMUNICAÇÃO

PORTO ALEGRE

1

1

REVISTA DE PÓS GRADUAÇÃO DA ESC. DE COM. DA UFRJ

RIO DE JANEIRO

1

1

REVISTA EM TURISMO

—————-

1

1

REVISTA ÉPOCA

SÃO PAULO

1

1

REVISTA INTERNACIONAL DE ESTUDOS POLÍTICOS

RIO DE JANEIRO

1

1

REVISTA UNICSUL

SÃO PAULO

1

1

SIGNIFICAÇÃO. REVISTA BRASILEIRA DE SEMIÓTICA

São Paulo

1

1

TEMAS EM EDUCAÇÀO

São Paulo

1

1

THE BRAZILIAN BOOK MAGAZINE

RIO DE JANEIRO

1

1

TOP COMICS

SÃO PAULO

1

1

TRILHAS. REVISTA DO INSTITUTO DE ARTES DA UNICAMP

CAMPINAS

1

1

TOTAL GERAL

52

132

60

42

34

34

354

 

 

 

 

 

Tabela 18- FREQÜÊNCIA DE USO DOS TÍTULOS DE PERIÓDICOS NACIONAIS

(ORDEM ALFABÉTICA)

 

TÍTULO

 

LOCAL

N.º. ARTIGOS POR UNIDADE

TOTAL

UFRJ/

IBICT

USP

UFPb

UnB

UFMG

PUCCAMP

ABRACOR BOLETIM

PETRÓPOLIS

1

1

ACTA CIRÚRGICA BRASILEIRA

SÃO PAULO

3

1

4

ANUÁRIO DE INOVAÇÕES EM COMUNICAÇÕES E ARTES

SÃO PAULO

2

2

ARQUITETURA E URBANISMO

SÃO PAULO

11

11

ATRATOR ESTRANHO

SÃO PAULO

1

1

BAD GIRLS

SÃO PAULO

1

1

BC INFORMA

—————–

1

1

BOLETIM ALAIC

SÃO PAULO

1

1

BOLETIM ANPED

SÃO PAULO

1

1

BOLETIM HQ

SÃO PAULO

1

1

BRAVO

SÃO PAULO

1

1

BRAZILIAN COMMUNICATION RESEARCH YEARBOOK

SÃO PAULO

1

1

CADERNOS DE TERMINOLOGIA

SÃO PAULO

1

1

CADERNOS DO LEGISLATIVO

BELO HORIZONTE

1

1

CADERNOS ENAP

BRASÍLIA

1

1

CAMBIASSU

SÃO LUIZ

1

1

CEUMA PERSPECTIVA

SÃO LUIZ

1

1

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

BRASÍLIA

25

15

2

24

5

9

80

CIÊNCIA E CULTURA

SÃO PAULO

4

4

COMO FAZER PASSO A PASSO: CURSO PRÁTICO DE DESENHO

SÃO PAULO

1

1

COMUNICAÇÃO & INFORMAÇÃO

GOIÂNIA

1

1

2

COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO

SÃO PAULO

4

4

COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE

SÃO B. DO CAMPO

1

1

CONTATO

BRASÍLIA

1

1

2

CRB-8: BOLETIM

SÃO PAULO

1

1

CULTURA 1

PORTO ALEGRE

1

1

D.O. LEITURA

SÃO PAULO

1

1

EDUCAÇÃO E COMPROMISSO

TERESINA

8

8

EDUCAÇÃO E REALIDADE

PORTO ALEGRE

1

1

ENFOQUE

SÃO PAULO

1

1

ESFERA,  A

SÃO PAULO

1

1

FAMECOOS

SÃO PAULO

1

1

ÍCONE

RECIFE

2

2

IMAGENS

CAMPINAS

3

3

INFOCAPES

BRASÍLIA

1

1

INFORMAÇÃO & INFORMAÇÃO

LONDRINA

2

1

1

4

INFORMAÇÃO & SOCIEDADE

JOÃO PESSOA

12

12

INFORMAÇÃO CULTURAL

SÃO PAULO

2

2

INFORMARE

RIO DE JANEIRO

10

1

11

INFORMATIVO CEUMA

SÃO LUIZ

2

2

INFORMATIVO IBICT

RIO DE JANEIRO

2

2

INTERCOM: REVISTA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO

SÃO PAULO

7

7

INTERFACE

BOTUCATU

1

1

ITEM. REVISTA DE ARTE

RIO DE JANEIRO

1

1

LEIA

SÃO PAULO

1

1

LEOPOLDIANUM: REVISTA DE ESTUDO E COMUNICAÇÃO

SANTOS

1

1

LINGUAGEM, EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

TERESINA

1

1

MEMÓRIA

SÃO PAULO

1

1

NOVA ESCOLA

SÃO PAULO

1

1

OLHAR

SÃO CARLOS

1

1

PALAVRA CHAVE

SÃO PAULO

8

8

PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

BELO HORIZONTE

3

1

6

10

PRESENÇA

TERESINA

1

1

PRIMEIRO PLANO

SÃO PAULO

1

1

QUID

TERESINA

1

1

RELEITURA

BELO HORIZONTE

1

1

REPUBLICA

SÃO PAULO

2

2

REVISTA ARTE 21

SÃO PAULO

1

1

REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO

SÃO PAULO

8

1

1

10

REVISTA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO

SÃO PAULO

2

2

REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS

BRASÍLIA

1

1

REVISTA COMUNICAÇÕES E ARTES

SÃO PAULO

6

6

REVISTA CULT

SÃO PAULO

1

1

REVISTA DA BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

SÃO PAULO

1

1

REVISTA DA ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA DA UFMG

BELO HORIZONTE

1

1

2

1

17

1

23

REVISTA DA USP

SÃO PAULO

5

5

REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO

SÃO PAULO

1

1

REVISTA DE BIBLIOTECONOMIA & COMUNICAÇÃO

PORTO ALEGRE

1

1

REVISTA DE BIBLIOTECONOMIA DE BRASÍLIA

BRASÍLIA

3

4

2

8

1

1

19

REVISTA DE BIBLIOTECONOMIA DO MARANHÃO

SÃO LUIZ

2

2

REVISTA DE INFORMAÇÃO LEGISLATIVA

BRASÍLIA

1

1

2

REVISTA DE PÓS GRADUAÇÃO DA ESC. DE COM. DA UFRJ

RIO DE JANEIRO

1

1

REVISTA EM TURISMO

—————-

1

1

REVISTA ÉPOCA

SÃO PAULO

1

1

REVISTA INTERNACIONAL DE ESTUDOS POLÍTICOS

RIO DE JANEIRO

1

1

REVISTA UNICSUL

 

SÃO PAULO

1

1

SÃO PAULO EM PERSPECTIVA

SÃO PAULO

3

1

2

6

SHOWMIX

SÃO PAULO

3

3

SIGNIFICAÇÃO. REVISTA BRASILEIRA DE SEMIÓTICA

SÃO PAULO

1

1

SIGNO

JOÃO PESSOA

4

4

TECBAHIA

CAMACARI

1

1

2

TEMAS EM EDUCAÇÀO

1

1

THE BRAZILIAN BOOK MAGAZINE

RIO DE JANEIRO

1

1

TOP COMICS

SÃO PAULO

1

1

TRANSINFORMAÇÃO

CAMPINAS

4

4

5

2

17

32

TRILHAS. REVISTA DO INSTITUTO DE ARTES DA UNICAMP

CAMPINAS

1

1

VEJA

SÃO PAULO

3

3

VEREDAS: CULTURARTE

TERESINA

2

2

                                                  TOTAL GERAL

52

132

60

42

34

34

354

 

 

 

 


 

Tabela 19 – FREQÜÊNCIA DE USO DOS TÍTULOS PERIÓDICOS INTERNACIONAIS

(ORDEM DECRESCENTE DE Nº ARTIGOS)

 

 

 

TÍTULO

 

LOCAL

N.º. ARTIGOS POR UNIDADE

TOTAL

URFJ/IBICT

USP

UFPb

UnB

UFMG

PUCCAMP

CIENCIA DE LA INFORMACION

HAVANA

3

6

1

10

INVESTIGACION BIBLIOTECOLOGICA

MÉXICO

4

4

1

9

INFORMATION DEVELOPMENT

LONDRES

3

1

1

5

NEW LIBRARY WORLD

BRADFORD

5

5

BOLETIN DE LA ASOCIACION ANDALUZA DE BIBLIOTECARIOS

MALAGA

3

3

FID REVIEW

THE HAGUE

3

3

BOLETIM APBR

ROSÁRIO

1

1

EIDISIS

SANTIAGO

1

1

2

RESOURCE SHARING AND INFORMATION NETWORKS

—————–

2

2

REVISTA DE LA INFOLAC

CARACAS

2

2

CADERNOS DE ADAB

SALAMANCA

1

1

CADERNOS DE BIBLIOTECONOMIA, ARQUIVISTICA E DOCUM.

LISBOA

1

1

COLLECTION BUILDING

NEW YORK

1

1

DOCUMENTACION DE LAS CIENCIAS DE LA INFORMACION

MADRID

1

1

EDUCACION Y BIBLIOTECA

MADRID

1

1

FID NEWS BULLETIN

THE HAGUE

1

1

IFLA BOOKLETO

AMSTERDAN

1

1

INFORMATIVO – REVISTA DE LA ESCUELA UNIV. BIBL. C.AFINES

URUGUAY

1

1

INTERNATIONAL INFORMATION COMMUNICATION EDUCATION

INDIAN

1

1

INTERNATIONAL JOURNAL OF COMIC ART

DREXEL HILL,

PA

1

1

JOURNAL OF EDUCATION FOR LIBRARY AND INFOR. SCIENCES

RALEI

1

1

JOURNAL OF EDUCATIONAL MULTIMEDIA AND HYPERMEDIA

NEW YORK

1

1

LIBRARY MANAGEMENT

BRADFORD

1

1

LIBRO EN AMERICA LATINA Y CARIBE, EL

BOGOTA

1

1

LIGNES D´ECRITURES

AMIENS

1

1

NOUS VOULONS LIRE!

BORDEAUX, FR

1

1

REVISTA DE BIBLIOTECOLOGIA

MÉXICO

1

1

SOCIAL SCIENCES ABROAD

BEIJING

1

1

TOTAL GERAL

10

23

1

22

1

3

60

 


 

 

Tabela 20 – FREQÜÊNCIA DE USO DOS TÍTULOS PERIÓDICOS INTERNACIONAIS

(ORDEM ALFABÉTICA)

 

 

TÍTULO

 

LOCAL

N.º. ARTIGOS POR UNIDADE

TOTAL

URFJ/IBICT

USP

UFPb

UnB

UFMG

PUCCAMP

BOLETIM APBR

ROSÁRIO

1

1

BOLETIM DE LA ASOCIACION ANDALUZA DE BIBLIOTECARIOS

MALAGA

3

3

CADERNOS DE ADAB

SALAMANCA

1

1

CADERNOS DE BIBLIOTECONOMIA, ARQUIVISTICA E DOCUM.

LISBOA

1

1

CIENCIA DE LA INFORMACION

HAVANA

3

6

1

10

COLLECTION BUILDING

NEW YORK

1

1

DOCUMENTACION DE LAS CIENCIAS DE LA INFORMACION

MADRID

1

1

EDUCACION Y BIBLIOTECA

MADRID

1

1

EIDISIS

SANTIAGO

1

1

2

FID NEWS BULLETIN

THE HAGUE

1

1

FID REVIEW

THE HAGUE

3

3

IFLA BOOKLET

AMSTERDAN

1

1

INFORMATION DEVELOPMENT

LONDRES

3

1

1

5

INFORMATIVO – REVISTA DE LA ESCUELA UNIV. BIBL. C.AFINES

URUGUAY

1

1

INTERNATIONAL INFORMATION COMMUNICATION EDUCATION

INDIAN

1

1

INTERNATIONAL JOURNAL OF COMIC ART

DREXEL HILL, PA

1

1

INVESTIGACION BIBLIOTECOLOGICA

MÉXICO

4

4

1

9

JOURNAL OF EDUCATION FOR LIBRARY AND INFOR. SCIENCES

RALEIGH

1

1

JOURNAL OF EDUCATIONAL MULTIMEDIA AND HYPERMEDIA

NEW YORK

1

1

LIBRARY MANAGEMENT

BRADFORD

1

1

LIBRO EN AMERICA LATINA Y CARIBE, EL

BOGOTA

1

1

LIGNES D´ECRITURES

AMIENS

1

1

NEW LIBRARY WORLD

BRADFORD

5

5

NOUS VOULONS LIRE!

BORDEAUX, FR

1

1

RESOURCE SHARING AND INFORMATION NETWORKS

—————–

2

2

REVISTA DE BIBLIOTECOLOGIA

MÉXICO

1

1

REVISTA DE LA INFOLAC

CARACAS

2

2

SOCIAL SCIENCES ABROAD

BEIJING

1

1

TOTAL GERAL

10

23

1

22

1

3

60

 

4.3.6.2. Eventos

A “literatura branca”, representada com maior destaque pelos periódicos indiscutivelmente é o veículo de maior divulgação junto à comunidade científica.  A partir de 1994, quando a ANCIB inicia a promoção de eventos científicos da área, um dos tipos de “literatura cinzenta” que corresponde às Comunicações apresentadas em eventos, desperta com  um crescimento acentuado passando a competir com a produção de artigos.

Das 270 comunicações apresentadas pelos docentes/doutores nos eventos 102 nacionais (Tabelas 21, 22)) destacam-se as 82 (30,4%) constantes dos 3 Anais da ANCIB (1994=17; 1995=26; 1997=39).  Comparando-se esses dados com o estudo de MUELLER, MIRANDA e SUAIDEN (2000), onde foi analisada a distribuição das comunicações dos 4 eventos da ANCIB segundo os grupos temáticos, verifica-se que a contribuição dos docentes, em relação ao total de comunicações apresentadas nesse evento, representou, nos anos de 1994 , 94,4%;  em 1995, 46,4%;  e em 1997, 29,1%.  Esse dado significa que o percentual das comunicações dos docentes/doutores tem diminuído, abrindo espaço para os discentes participarem não só dos grupos de trabalho como também apresentarem para a comunidade científica os resultados de suas investigações, quer concluídas ou em andamento. Por outro lado, em números absolutos, cresce consideravelmente a  contribuições desses docentes/doutores ao longo dos anos, ultrapassando os 100% de 1994 para 1997 (de 17 para 39 comunicações).

Considerando-se esse evento como o mais representativo dos pesquisadores da área era esperado que nos dois outros eventos nacionais de grande porte, que reúnem principalmente os profissionais, tivessem menor contribuição dos docentes.  O Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (16º, 17º, 18º) contou com 33 (12,2%) comunicações (1991=7; 1994=11 e 1997=15) e o Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (6º ao 10º) divulgou os Anais publicados nos anos 1990, 1991, 1994, 1996 e 1998) com o total de  20 (7,4%) comunicações dos docentes/doutores.

Os três eventos específicos da área de maior impacto na comunidade de docentes/doutores, durante os anos 90 divulgaram 125 (46,3%) comunicações desses autores.  Verificou-se um crescimento acentuado nos 3 Encontros da ANCIB (82) enquanto ocorreu decréscimo nos 3 CBBDs (23) e nos 5 SNBUs (20).  A presença de comunicações nas Reuniões da SBPC (1993 a 1999) é um bom  indicativo da representatividade da área nas reuniões científicas de âmbito geral.  É interessante destacar que dos 102  eventos nacionais arrolados, 54 (52,9%) são eventos das áreas correlatas ou de outras especialidades.

Os docentes/doutores interessados em divulgar em ambientes fora do país os resultados de suas investigações apresentaram  60 documentos nos 45 eventos internacionais (Tabelas 23, 24). A participação tem sido pequena e a maior representação foi em 28 (62,2%) eventos de áreas correlatas (comunicação, educação e outras) e nos eventos latino-americanos da área. Vale destacar que dos 45 eventos considerados de âmbito internacional ou regional (latino-americanos, ibero americanos), 32 foram realizados no exterior e 13 em cidades brasileiras.  A participação dos docentes/doutores em eventos realizados fora do país pode ser considerada tímida, pois apenas 12,1% das comunicações foram neles divulgados.

Para participação em eventos, o comportamento dos docentes/doutores  mostra a concentração de esforços naqueles que são reconhecidos como mais representativos da área. Procedimento  semelhante é  adotado para a escolha de periódicos para publicação de artigos. Assim, estabelecendo-se um confronto da literatura branca e a literatura cinzenta produzida pelos docentes/doutores encontrou-se uma correlação  positiva de 0,89, isto é, autores que produzem artigos também produzem comunicações.

Dentro de uma política de divulgação de resultados de pesquisa verifica-se que os docentes/doutores mais produtivos têm condições de ser apoiados para participar dos principais eventos da comunidade científica.  A prestação de contas dos recursos concedidos para participação em eventos deve estar condicionada a publicação de artigos nas revistas nacionais e internacionais.

 

 

Tabela 21 – FREQÜÊNCIA DE COMUNICAÇÕES APRESENTADAS NOS  EVENTOS NACIONAIS (ORDEM DECRESCENTE DE NÚMERO DE COMUNICAÇÕES)

 

NOME DO EVENTO

 

LOCAL

 

Nº DE COMUNIC. POR UNIDADE

 

TOTAL

 

 

 

UFRJ/IBICT

 

USP

 

 

UFPb

 

 

UnB

 

 

UFMG

 

 

PUCCAMP

 

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA (ENANCIB)  3 RIO DE JANEIRO 1997

12

8

3

4

7

5

39

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA (ENANCIB)  2 VALINHOS 1995

7

7

3

1

1

7

26

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA (ENANCIB) 1 BELO HORIZONTE 1994

2

6

2

2

5

17

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (CBBD) 18 SÃO LUIZ 1997

2

4

4

4

1

15

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (CBBD) 17 BELO HORIZONTE 1994

1

1

4

2

2

1

11

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 6 BELÉM 1990

3

3

2

8

CONGRESSO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA, 12 JOÃO PESSOA 1998

4

4

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 8 CAMPINAS 1994

1

2

3

6

SIMPÓSIO BRASIL SUL DE INFORMAÇÃO LONDRINA 1996

1

2

2

1

6

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (CBBD)  16 SALVADOR 1991

4

2

1

7

SIMPÓSIO CIENTÍFICO DO CAMPUS DE MARÍLIA, 1 MARÍLIA 1995

5

1

6

SIMPÓSIO DE GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 20 SÃO PAULO 1998

5

5

SEMINÁRIO DA ABRACOR, 7 PETROPÓ-LIS 1994

4

4

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO, 19 ; LONDRINA 1996

2

1

3

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 45 RECIFE 1993

1

1

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 48 SÃO PAULO 1996

3

3

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 49 BELO HORIZONTE 1997

1

1

1

3

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 50 NATAL 1998

3

3

SEMINÁRIO DE ESTUDOS DA INFORMAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, 1 NITERÓI 1996

1

2

3

SEMINARIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 10 FORTALEZA 1998

1

1

1

3

SEMINÁRIO NACIONAL DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA ACESSO ELETRONICO AOS DOCUMENTOS BRASÍLIA  1992

3

3

SIMPÓSIO CIENTÍFICO DO CAMPUS DE MARÍLIA, 2 MARÍLIA 1997

2

1

3

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 18 ARACAJÚ 1995

1

1

2

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 20 SANTOS 1997

2

2

JORNADA DE PESQUISADORES  EM CIÊNCIAS HUMANAS, 5 RIO DE JANEIRO 1999

2

2

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 46 VITÓRIA 1994

1

1

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 51 PORTO ALEGRE 1999

1

1

2

SEMINÁRIO DE ESTUDOS DE INFORMAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, 2 NITEROI 1998

1

1

2

SEMINÁRIO DOS 10 ANOS DO PROGRAMA CRECHE SÃO PAULO 1995

2

2

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 7 RIO DE JANEIRO  1991

1

1

2

SICUSP – SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA AD USP, 7 SÃO PAULO 1999

2

2

WORKSHOP BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: GESTÃO DO CONHECIMENTO, 1 RIO DE JANEIRO 1999

2

2

BIBLIOTECAS PARA O SÉCULO XXI RIO DE JANEIRO 1999

1

1

COLÓQUIO INTERDISCIPLINAR SOBRE A PERSPECTIVA ECOLOGICA DO DESENVOLVIMENTO RIO DE JANEIRO 1999

1

1

COLÓQUIO SOBRE A PERSPECTIVA ECOLOGICA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO RIO DE JANEIRO 1999

1

1

COLOQUIO: ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E PRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO – ENFOQUES E PERSPECTIVAS RIO DE JANEIRO 1996

1

1

CONGRESSO DA ESCOLA PARTICULAR DO RIO GRANDE DO SUL, 1 PORTO ALEGRE 1996

1

1

CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA RIO DE JANEIRO 1997

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO  E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SÃO PAULO 1992

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 21 RECIFE 1998

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 22 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO, 2 SÃO PAULO 1991

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIA, 23 RECIFE 1995

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISADORES DA COMUNICAÇÃO, 17 PIRACICABA 1994

1

1

CONGRESSO DE INFOVIAS DA UNB BRASÍLIA 1994

1

1

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, 4 BRASÍLIA 1998

1

1

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, 5 BRASÍLIA 1999

1

1

ENCONTRO NACIONAL DOS BIBLIOTECÁRIOS ADVENTISTAS (ENABIB) 1 SÃO PAULO 1999

1

1

ENAMPAD, 18 CURITIBA 1994

1

1

ENCONTRO BRASILEIRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA, 1 RIO DE JANEIRO

1

1

ENCONTRO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA TÉCNICO-CIENTÍFICA, 1 BRASÍLIA 1990

1

1

ENCONTRO DE BIBLIOTECÁRIOS DO RIO DE JANEIRO DO SINDIB, 8 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

ENCONTRO DE BIBLIOTECONOMIA DO CENTRO-OESTE PAULISTA MARÍLIA 1997

1

1

ENCONTRO NACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL, 5 LONDRINA 1996

1

1

ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA, 4 SÃO PAULO 1992

1

1

ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE LINGUA, LITERATURA E CULTURA JAPONESA, 1 SÃO PAULO 1990

1

1

ENCONTRO NACIONAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA, 12 SÃO PAULO 1992

1

1

ENCONTRO NACIONAL SOBRE ORAGANIZAÇÃO DE MATERIAIS ESPECIAIS BELO HORIZONTE 1991

1

1

ENCONTRO REGIONAL DA ANPUH, 12 SÃO PAULO 1994

1

1

ENCONTRO SOBRE A ARTE DE RESTAURAR BENS CULTURAIS SÃO PAULO 1993

1

1

ENCONTROS DE EDITORES CIENTÍFICOS, 7 CAXAMBU 1998

1

1

FORUM SOBRE ATUALIZAÇÃO DA NBR6023: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SÃO PAULO 1998

1

1

INFOIMAGEM’99 CONGRESSO DO GERENCIAMENTO ELETRONICO DE DOCUMENTOS, 23 SÃO PAULO 1999

1

1

JORNADA DE PESQUISADORES  EM CIÊNCIAS HUMANAS, 2 RIO DE JANEIRO 1994

1

1

JORNADA DE PESQUISADORES  EM CIÊNCIAS HUMANAS, 3 RIO DE JANEIRO 1995

1

1

JUBILEU DE PRATA DO CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA FORTALEZA 1991

1

1

PAINEL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 1 BELO HORIZONTE 1997

1

1

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 21 POÇOS DE CALDAS 1998

1

1

REUNIÃO ESPECIAL DA SBPC, 2 CUIABÁ 1995

1

1

REUNIÃO NORTE/NORDESTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 1 JOÃO PESSOA 1999

1

1

SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 3 BELO HORIZONTE 1994

1

1

SEMANA DO LIVRO E DA BIBLIOTECA NA USP, 2 SÃO PAULO 1999

1

1

SEMINÁRIO DA ABRACOR, 8 OURO PRETO 1996

1

1

SEMINÁRIO BRASIL-FRANÇA BRASÍLIA 1993

1

1

SEMINÁRIO DE ARTE E INFORMAÇÃO, DIAGNÓSTICOS E PERSPECTIVAS RIO DE JANEIRO 1992

1

1

SEMINÁRIO DE ASSOCIAÇÕES E SINDICATOS DE BIBLIOTECÁRIOS E CIENTISTAS DA INFORMAÇÃO RECIFE 1999

1

1

SEMINÁRIO DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 2 GOIÂNIA 1993

1

1

SEMINÁRIO DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 4 GOIÂNIA 1997

1

1

SEMINÁRIO DE COMUNICAÇÕES E ARTES EM TEMPO DE MUDANÇA: BRASIL, 1966-1991 SÃO PAULO 1991

1

1

SEMINÁRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, 2 BRASÍLIA  1997

1

1

SEMINÁRIO DE INFORMAÇÃO EM ARTE. REDE DE BIBLIOTECAS DE ARTES RIO DE JANEIRO 1999

1

1

SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ, 1 TERESINA 1992

1

1

SEMINÁRIO DE PROFESSORES DE LÍNGUA JAPONESA, 8 BRASÍLIA 1990

1

1

SEMINÁRIO DO PROGRAMA PROSSIGA DO CNPq, 2 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU)  9 CURITIBA 1996

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA, 2 CAMPINAS 1994

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL DE PARQUES TECNOLÓGICOS E INCUBADORAS DE EMPRESAS, 8 BELO HORIZONTE 1998

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE BENS CULTURAIS, 6 RIO DE JANEIRO 1992

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE O PAPEL DA ARTE NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DA CRIANÇA E DO JOVEM, 1 SÃO PAULO 1994

1

1

SEMINÁRIO SOBRE AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO, 5 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 1994

1

1

SEMINÁRIO SOBRE AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO, 4 ÁGUAS DE LINDÓIA 1997

1

1

SEMINÁRIO SOBRE COMUNICAÇÃO E SAÚDE, 1 RIO DE JANEIRO 1992

1

1

SEMINÁRIO SOBRE PLANEJAMENTO DE REDES E UNIDADES DE INFORMAÇÃO DA JUSTIÇA FEDERAL BRASÍLIA  1994

1

1

SEMINÁRIO SOBRE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE REDE E UNIDADES DE INFORMAÇÃO BRASÍLIA 1992

1

1

SEMINÁRIO UNIDADES INFORMAÇÃO AS PORTAS DO NOVO MILÊNIO NITERÓI 1999

1

1

SICUSP – SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA AD USP, 6 SÃO PAULO 1998

1

1

SIMPÓSIO BRASILEIRO DA COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO, 3 BRASÍLIA 1996

1

1

SIMPÓSIO DE BIBLIOTECA E DESENVOLVIMENTO CULTURAL, 6 SÃO PAULO 1992

1

1

SIMPÓSIO DE PESQUISA E INTERCÂMBIO CIENTÍFICO DA ANPEPP, 5 CAXAMBU 1994

1

1

WORKSHOP DE EDITORES CIENTÍFICOS, 2 PETROPÓ-LIS 1999

1

1

WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA (WIE), 5 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

WORKSHOP PARA DEFINIÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS E DE INDICADORES DE DESEMPENHO DE INSTITUTOS DE PESQUISA TECNOLOGICA, 2 BRASÍLIA 1998

1

1

 

TOTAL

55

98

24

42

27

24

270

 


 

 

Tabela 22 – FREQÜÊNCIA DE COMUNICAÇÕES APRESENTADAS NOS  EVENTOS NACIONAIS (ORDEM ALFABÉTICA)

 

NOME DO EVENTO

 

LOCAL

 

Nº DE COMUNIC. POR UNIDADE

 

TOTAL

 

 

 

UFRJ/IBICT

 

USP

 

 

UFPb

 

 

UnB

 

 

UFMG

 

 

PUCCAMP

 

BIBLIOTECAS PARA O SÉCULO XXI RIO DE JANEIRO 1999

1

1

COLÓQUIO INTERDISCIPLINAR SOBRE A PERSPECTIVA ECOLOGICA DO DESENVOLVIMENTO RIO DE JANEIRO 1999

1

1

COLÓQUIO SOBRE A PERSPECTIVA ECOLOGICA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO RIO DE JANEIRO 1999

1

1

COLOQUIO: ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E PRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO – ENFOQUES E PERSPECTIVAS RIO DE JANEIRO 1996

1

1

CONGRESSO DA ESCOLA PARTICULAR DO RIO GRANDE DO SUL, 1 PORTO ALEGRE 1996

1

1

CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA RIO DE JANEIRO 1997

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA, 12 JOÃO PESSOA 1998

4

4

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO  E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO SÃO PAULO 1992

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (CBBD)  16 SALVADOR 1991

4

2

1

7

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (CBBD) 17 BELO HORIZONTE 1994

1

1

4

2

2

1

11

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO (CBBD) 18 SÃO LUIZ 1997

2

4

4

4

1

15

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 18 ARACAJÚ 1995

1

1

2

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 20 SANTOS 1997

2

2

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 21 RECIFE 1998

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 22 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO, 19 LONDRINA 1996

2

1

3

CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO, 2 SÃO PAULO 1991

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE ENSINO DE ENGENHARIA, 23 RECIFE 1995

1

1

CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISADORES DA COMUNICAÇÃO, 17 PIRACICABA 1994

1

1

CONGRESSO DE INFOVIAS DA UNB BRASÍLIA 1994

1

1

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, 4 BRASÍLIA 1998

1

1

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, 5 BRASÍLIA 1999

1

1

ENCONTRO NACIONAL DOS BIBLIOTECÁRIOS ADVENTISTAS (ENABIB) 1 SÃO PAULO 1999

1

1

ENAMPAD, 18 CURITIBA 1994

1

1

ENCONTRO BRASILEIRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA, 1 RIO DE JANEIRO

1999

1

1

ENCONTRO BRASILEIRO DE TERMINOLOGIA TÉCNICO-CIENTÍFICA, 1 BRASÍLIA 1990

1

1

ENCONTRO DE BIBLIOTECÁRIOS DO RIO DE JANEIRO DO SINDIB, 8 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

ENCONTRO DE BIBLIOTECONOMIA DO CENTRO-OESTE PAULISTA MARÍLIA 1997

1

1

ENCONTRO NACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL, 5 LONDRINA 1996

1

1

ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO JURÍDICA, 4 SÃO PAULO 1992

1

1

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA (ENANCIB) 1 BELO HORIZONTE 1994

2

6

2

2

5

17

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA (ENANCIB)  2 VALINHOS 1995

7

7

3

1

1

7

26

ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA (ENANCIB)  3 RIO DE JANEIRO 1997

12

8

3

4

7

5

39

ENCONTRO NACIONAL DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS DE LINGUA, LITERATURA E CULTURA JAPONESA, 1 SÃO PAULO 1990

1

1

ENCONTRO NACIONAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA, 12 SÃO PAULO 1992

1

1

ENCONTRO NACIONAL SOBRE ORAGANIZAÇÃO DE MATERIAIS ESPECIAIS BELO HORIZONTE 1991

1

1

ENCONTRO REGIONAL DA ANPUH, 12 SÃO PAULO 1994

1

1

ENCONTRO SOBRE A ARTE DE RESTAURAR BENS CULTURAIS SÃO PAULO 1993

1

1

ENCONTROS DE EDITORES CIENTÍFICOS, 7 CAXAMBU 1998

1

1

FORUM SOBRE ATUALIZAÇÃO DA NBR6023: REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SÃO PAULO 1998

1

1

INFOIMAGEM’99 CONGRESSO DO GERENCIAMENTO ELETRONICO DE DOCUMENTOS, 23 SÃO PAULO 1999

1

1

JORNADA DE PESQUISADORES  EM CIÊNCIAS HUMANAS, 2 RIO DE JANEIRO 1994

1

1

JORNADA DE PESQUISADORES  EM CIÊNCIAS HUMANAS, 3 RIO DE JANEIRO 1995

1

1

JORNADA DE PESQUISADORES  EM CIÊNCIAS HUMANAS, 5 RIO DE JANEIRO 1999

2

2

JUBILEU DE PRATA DO CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA FORTALEZA 1991

1

1

PAINEL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 1 BELO HORIZONTE 1997

1

1

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 45 RECIFE 1993

1

1

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 46 VITÓRIA 1994

1

1

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 48 SÃO PAULO 1996

3

3

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 49 BELO HORIZONTE 1997

1

1

1

3

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 50 NATAL 1998

3

3

REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 51 PORTO ALEGRE 1999

1

1

2

REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 21 POÇOS DE CALDAS 1998

1

1

REUNIÃO ESPECIAL DA SBPC, 2 CUIABÁ 1995

1

1

REUNIÃO NORTE/NORDESTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 1 JOÃO PESSOA 1999

1

1

SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 3 BELO HORIZONTE 1994

1

1

SEMANA DO LIVRO E DA BIBLIOTECA NA USP, 2 SÃO PAULO 1999

1

1

SEMINÁRIO DA ABRACOR, 7 PETROPÓ-LIS 1994

4

4

SEMINÁRIO DA ABRACOR, 8 OURO PRETO 1996

1

1

SEMINÁRIO BRASIL-FRANÇA BRASÍLIA 1993

1

1

SEMINÁRIO DE ARTE E INFORMAÇÃO, DIAGNÓSTICOS E PERSPECTIVAS RIO DE JANEIRO 1992

1

1

SEMINÁRIO DE ASSOCIAÇÕES E SINDICATOS DE BIBLIOTECÁRIOS E CIENTISTAS DA INFORMAÇÃO RECIFE 1999

1

1

SEMINÁRIO DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 2 GOIÂNIA 1993

1

1

SEMINÁRIO DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 4 GOIÂNIA 1997

1

1

SEMINÁRIO DE COMUNICAÇÕES E ARTES EM TEMPO DE MUDANÇA: BRASIL, 1966-1991 SÃO PAULO 1991

1

1

SEMINÁRIO DE ESTUDOS DA INFORMAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, 1 NITERÓI 1996

1

2

3

SEMINÁRIO DE ESTUDOS DE INFORMAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, 2 NITEROI 1998

1

1

2

SEMINÁRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO PÚBLICA E PRIVADA, 2 BRASÍLIA  1997

1

1

SEMINÁRIO DE INFORMAÇÃO EM ARTE. REDE DE BIBLIOTECAS DE ARTES RIO DE JANEIRO 1999

1

1

SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ, 1 TERESINA 1992

1

1

SEMINÁRIO DE PROFESSORES DE LÍNGUA JAPONESA, 8 BRASÍLIA 1990

1

1

SEMINÁRIO DO PROGRAMA PROSSIGA DO CNPq, 2 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

SEMINÁRIO DOS 10 ANOS DO PROGRAMA CRECHE SÃO PAULO 1995

2

2

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 6 BELÉM 1990

3

3

2

8

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 7 RIO DE JANEIRO  1991

1

1

2

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 8 CAMPINAS 1994

1

2

3

6

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU)  9 CURITIBA 1996

1

1

SEMINARIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS (SNBU) 10 FORTALEZA 1998

1

1

1

3

SEMINÁRIO NACIONAL DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA ACESSO ELETRONICO AOS DOCUMENTOS BRASÍLIA  1992

3

3

SEMINÁRIO NACIONAL DE COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA, 2 CAMPINAS 1994

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL DE PARQUES TECNOLÓGICOS E INCUBADORAS DE EMPRESAS, 8 BELO HORIZONTE 1998

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE BENS CULTURAIS, 6 RIO DE JANEIRO 1992

1

1

SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE O PAPEL DA ARTE NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DA CRIANÇA E DO JOVEM, 1 SÃO PAULO 1994

1

1

SEMINÁRIO SOBRE AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO, 5 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 1994

1

1

SEMINÁRIO SOBRE AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO, 4 ÁGUAS DE LINDÓIA 1997

1

1

SEMINÁRIO SOBRE COMUNICAÇÃO E SAÚDE, 1 RIO DE JANEIRO 1992

1

1

SEMINÁRIO SOBRE PLANEJAMENTO DE REDES E UNIDADES DE INFORMAÇÃO DA JUSTIÇA FEDERAL BRASÍLIA  1994

1

1

SEMINÁRIO SOBRE PLANEJAMENTO E GESTÃO DE REDE E UNIDADES DE INFORMAÇÃO BRASÍLIA 1992

1

1

SEMINÁRIO UNIDADES INFORMAÇÃO AS PORTAS DO NOVO MILÊNIO NITERÓI 1999

1

1

SICUSP – SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA AD USP, 6 SÃO PAULO 1998

1

1

SICUSP – SIMPÓSIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA AD USP, 7 SÃO PAULO 1999

2

2

SIMPÓSIO BRASIL SUL DE INFORMAÇÃO LONDRINA 1996

1

2

2

1

6

SIMPÓSIO BRASILEIRO DA COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO, 3 BRASÍLIA 1996

1

1

SIMPÓSIO CIENTÍFICO DO CAMPUS DE MARÍLIA, 1 MARÍLIA 1995

5

1

6

SIMPÓSIO CIENTÍFICO DO CAMPUS DE MARÍLIA, 2 MARÍLIA 1997

2

1

3

SIMPÓSIO DE BIBLIOTECA E DESENVOLVIMENTO CULTURAL, 6 SÃO PAULO 1992

1

1

SIMPÓSIO DE GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 20 SÃO PAULO 1998

5

5

SIMPÓSIO DE PESQUISA E INTERCÂMBIO CIENTÍFICO DA ANPEPP, 5 CAXAMBU 1994

1

1

WORKSHOP BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA COMPETITIVA: GESTÃO DO CONHECIMENTO, 1 RIO DE JANEIRO 1999

2

2

WORKSHOP DE EDITORES CIENTÍFICOS, 2 PETROPÓ-LIS 1999

1

1

WORKSHOP DE INFORMÁTICA NA ESCOLA (WIE), 5 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

WORKSHOP PARA DEFINIÇÃO DE UMA PROPOSTA DE CRITÉRIOS E DE INDICADORES DE DESEMPENHO DE INSTITUTOS DE PESQUISA TECNOLOGICA, 2 BRASÍLIA 1998

1

1

TOTAL

55

98

24

42

27

24

270

 


 

Tabela 23 – FREQÜÊNCIA DE COMUNICAÇÕES  APRESENTADAS NOS EVENTOS INTERNACIONAIS ( ordem

decrescente de número de comunicações)

 

 

NOME DO EVENTO

LOCAL

Nº DE COMUNIC. POR UNIDADE

TOTAL

UFRJ/IBICT

USP

UFPb

UnB

UFMG

PUCCAMP

SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO DE TERMINOLOGIA, 2 BRASÍLIA  1992

2

2

4

CONGRESSO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS, 6.ENCONTRO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS E DOCUMENTALISTAS DE LÍNGUA PORTUGUESA, 3 LISBOA 1998

2

1

3

CONGRESO INTERNACIONAL DE INFORMACION – INFO’97 HAVANA 1997

1

1

2

SEMINARIO LATINO AMERICANO DE GESTION TECNOLOGICA, 7 HAVANA 1997

2

2

NATIONAL CONVENTION OF THE ASSOCIATION FOR EDUCATIONAL COMMUNICATIONS AND TECHNOLOGY NASHVILLE, USA 1994

1

1

INTERNATIONAL FEDERATION FOR DOCUMENTATION CONFERENCE AND CONGRESS, 48 AUSTRIA 1996

2

2

IFLA GENERAL CONFERENCE HAVANA 1994

1

1

ENEGEP, 13 ; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 1 FLORIANOPÓLIS 1993

2

2

ENCONTRO IBERO-AMERICANO DE COMUNICACION, 4 SÃO PAULO 1990

2

2

CONGRESSO PAN-AMERICANO DE INFORMACION EN CIENCIAS DE LA SALUD – CRICS, 4 COSTA RICA 1998

2

2

CONGRESSO INTERNACIONAL DE INFORMACION CIENTIFICA Y TECNICA – INFO’99 HAVANA  1999

2

2

CONGRESSO INTERNACIONAL DE COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO – MULTIMIDIA E EDUCAÇÃO EM UM MUNDO GLOBALIZADO, 1 SÃO PAULO 1998

2

2

COLLOQUE SUR LA VEILLE TECHNOLOGIQUE ET STRATEGIQUE, 9 MONTREAL 1998

1

1

WONDERS OF SCIENCES RIO DE JANEIRO 1997

1

1

SYMPOSIUM, MULTIMEDIA FOR ARCHITETURE AND URBAN DESIGN, 1 SÃO PAULO 1994

1

1

SIMPÓSIO INTERNACIONAL UNIVERSIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS: UNIVERSIDADE E SOCIEDADE SÃO PAULO 1999

1

1

SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE TERMINOLOGIA, 3 MADRI 1992

1

1

SEMINARIO LATINOAMERICANO DE PUBLICACIONES OFICIALES MEXICO 1991

1

1

SEMINÁRIO LATINO AMERICANO SOBRE O MERCADO DE TRABALHO E NOVOS CENÁRIOS PARA O PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO BRASÍLIA 1997

1

1

SEMINÁRIO DE EPISTEMOLOGIA DE LA BIBLIOTECOLOGIA Y DE LA INFORMACION, 1 MEXICO

1

1

SCIENTIFIC CONFERENCE & GENERAL ASSEMBLY OF THE INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR MEDIA AND COMMUNICATION RESEARCH, 21 GLASGOW 1998

1

1

LATIN AMERICA: THE EMERGING INFORMATION POWER WASHINGTON 1993

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON SCIENTOMETRICS & INFORMETRICAS, 5 MEDFORD, NJ 1995

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON NEW TECHNOLOGY, 6 SAN JUAN 1993

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON MANAGEMENT OF TECHNOLOGY, 7 MIAMI 1998

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON MANAGEMENT OF TECHNOLOGY, 3 MIAMI 1992

1

1

GENERAL CONFERENCE OF INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATIONS AND INSTITUITIONS, 62 PEQUIM  1996

1

1

GENERAL ASSEMBLY & SCIENTIFIC CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR MASS COMMUNICATION RESEARCH, 20 SYDNEY 1996

1

1

FID EDUCATION AND TRAINING COMMITTEE SEMINAR PARIS 1991

1

1

ENEGEP, 17; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL, 3 GRAMADO GRAMADO 1997

1

1

ENEGEP, 16; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA  INDUSTRIAL, 2 PIRACICABA 1996

1

1

ENEGEP, 15; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL, 1 SÃO CARLOS 1995

1

1

ENCONTRO LUSOFONO DA COMUNICAÇÃO, 3 BRAGA 1999

1

1

CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, 6 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

CONGRESSO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS DE LÍNGUA PORTUGUESA,1 LISBOA  1990

1

1

2

CONGRESS INTERNATIONAL DE GENIE INDUSTRIEL DE MONTREAL MONTREAL 1995

1

1

CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR MASS COMMUNICATION RESEARCH, 18 GUARUJA 1992

2

2

COLOQUIO INTERNACIONAL DE INVESTIGACION BIBLIOTECOLOGICA “CONTRIBUICION AL DESENVOLVIMENTO DE LA SOCIEDAD DEL CONOCIMENTO”, 18 MEXICO 1999

1

1

COLOQUIO CUBANO BRASILEÑO DE INTELIGENCIA ORGANIZACIONAL HAVANA  1999

1

1

COLLOQUE ILE ROUSSEE CÓRSEGA, FRANÇA 1999

1

1

ANNUAL CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL COMMUNICATION ASSOCIATION, 46 CHICAGO 1996

1

1

ANNUAL CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL COMMUNICATION ASSOCIATION, 49 SAN FRANCISCO 1999

1

1

ANNUAL CONFERENCE OF THE AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION SAN FRANCISCO1992

1

1

AMERICAN EDUCATION COMMUNICATION TECHNOLOGY (AECT) NEW ORLEANS-1993

1

1

AMERICAN EDUCATION COMMUNICATION TECHNOLOGY (AECT) NASHVILLE 1994

1

1

TOTAL GERAL

7

24

4

12

13

0

60

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tabela 24 – FREQÜÊNCIA DE COMUNICAÇÕES APRESENTADAS NOS EVENTOS INTERNACIONAIS (ORDEM ALFABÉTICA)

 

NOME DO EVENTO

LOCAL

Nº DE COMUNIC. POR UNIDADE

TOTAL

UFRJ/IBICT

USP

UFPb

UnB

UFMG

PUCCAMP

AMERICAN EDUCATION COMMUNICATION TECHNOLOGY (AECT) NEW ORLEANS-1993

1

1

AMERICAN EDUCATION COMMUNICATION TECHNOLOGY (AECT) NASHVILLE 1994

1

1

ANNUAL CONFERENCE OF THE AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION SAN FRANCISCO1992

1

1

ANNUAL CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL COMMUNICATION ASSOCIATION, 46 CHICAGO 1996

1

1

ANNUAL CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL COMMUNICATION ASSOCIATION, 49 SAN FRANCISCO 1999

1

1

COLLOQUE ILE ROUSSEE CÓRSEGA, FRANÇA 1999

1

1

COLLOQUE SUR LA VEILLE TECHNOLOGIQUE ET STRATEGIQUE, 9 MONTREAL 1998

1

1

COLOQUIO CUBANO BRASILEÑO DE INTELIGENCIA ORGANIZACIONAL HAVANA  1999

1

1

COLOQUIO INTERNACIONAL DE INVESTIGACION BIBLIOTECOLOGICA “CONTRIBUICION AL DESENVOLVIMENTO DE LA SOCIEDAD DEL CONOCIMENTO”, 18 MEXICO 1999

1

1

CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR MASS COMMUNICATION RESEARCH, 18 GUARUJA 1992

2

2

CONGRESS INTERNATIONAL DE GENIE INDUSTRIEL DE MONTREAL MONTREAL 1995

1

1

CONGRESSO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS DE LÍNGUA PORTUGUESA,1 LISBOA  1990

1

1

2

CONGRESSO INTERNACIONAL DE COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO – MULTIMIDIA E EDUCAÇÃO EM UM MUNDO GLOBALIZADO, 1 SÃO PAULO 1998

2

2

CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, 6 RIO DE JANEIRO 1999

1

1

CONGRESO INTERNACIONAL DE INFORMACION – INFO’97 HAVANA 1997

1

1

2

CONGRESSO INTERNACIONAL DE INFORMACION CIENTIFICA Y TECNICA – INFO’99 HAVANA  1999

2

2

CONGRESSO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E DOCUMENTALISTAS, 6.ENCONTRO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS E DOCUMENTALISTAS DE LÍNGUA PORTUGUESA, 3 LISBOA 1998

2

1

3

CONGRESSO PAN-AMERICANO DE INFORMACION EN CIENCIAS DE LA SALUD – CRICS, 4 COSTA RICA 1998

2

2

ENCONTRO IBERO-AMERICANO DE COMUNICACION, 4 SÃO PAULO 1990

2

2

ENCONTRO LUSOFONO DA COMUNICAÇÃO, 3 BRAGA 1999

1

1

ENEGEP, 15; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL, 1 SÃO CARLOS 1995

1

1

ENEGEP, 16; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA  INDUSTRIAL, 2 PIRACICABA 1996

1

1

ENEGEP, 17; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL, 3 GRAMADO GRAMADO 1997

1

1

ENEGEP, 13 ; CONGRESSO LATINO AMERICANO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 1 FLORIANOPÓLIS 1993

2

2

FID EDUCATION AND TRAINING COMMITTEE SEMINAR PARIS 1991

1

1

GENERAL ASSEMBLY & SCIENTIFIC CONFERENCE OF THE INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR MASS COMMUNICATION RESEARCH, 20 SYDNEY 1996

1

1

GENERAL CONFERENCE OF INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATIONS AND INSTITUITIONS, 62 PEQUIM  1996

1

1

IFLA GENERAL CONFERENCE HAVANA 1994

2

2

INTERNATIONAL CONFERENCE ON MANAGEMENT OF TECHNOLOGY, 3 MIAMI 1992

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON MANAGEMENT OF TECHNOLOGY, 7 MIAMI 1998

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON NEW TECHNOLOGY, 6 SAN JUAN 1993

1

1

INTERNATIONAL CONFERENCE ON SCIENTOMETRICS & INFORMETRICAS, 5 MEDFORD, NJ 1995

1

1

INTERNATIONAL FEDERATION FOR DOCUMENTATION CONFERENCE AND CONGRESS, 48 AUSTRIA 1996

2

2

LATIN AMERICA: THE EMERGING INFORMATION POWER WASHINGTON 1993

1

1

NATIONAL CONVENTION OF THE ASSOCIATION FOR EDUCATIONAL COMMUNICATIONS AND TECHNOLOGY NASHVILLE, USA 1994

1

1

SCIENTIFIC CONFERENCE & GENERAL ASSEMBLY OF THE INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR MEDIA AND COMMUNICATION RESEARCH, 21 GLASGOW 1998

1

1

SEMINÁRIO DE EPISTEMOLOGIA DE LA BIBLIOTECOLOGIA Y DE LA INFORMACION, 1 MEXICO

1

1

SEMINARIO LATINO AMERICANO DE GESTION TECNOLOGICA, 7 HAVANA 1997

2

2

SEMINÁRIO LATINO AMERICANO SOBRE O MERCADO DE TRABALHO E NOVOS CENÁRIOS PARA O PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO BRASÍLIA 1997

1

1

SEMINARIO LATINOAMERICANO DE PUBLICACIONES OFICIALES MEXICO 1991

1

1

SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE TERMINOLOGIA, 3 MADRI 1992

1

1

SIMPÓSIO INTERNACIONAL UNIVERSIDADE E NOVAS TECNOLOGIAS: UNIVERSIDADE E SOCIEDADE SÃO PAULO 1999

1

1

SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO DE TERMINOLOGIA, 2 BRASÍLIA  1992

2

2

4

SYMPOSIUM, MULTIMEDIA FOR ARCHITETURE AND URBAN DESIGN, 1 SÃO PAULO 1994

1

1

WONDERS OF SCIENCES RIO DE JANEIRO 1997

1

1

TOTAL GERAL

7

24

4

12

13

0

60

 

 

 


4.3.7. Visibilidade da Produção nas Fontes de Indexação

 

Os dados sobre produção dos 66 docentes/doutores referentes aos períodos de 1990 a 1999 foram coletados diretamente com os autores e conferidos ou complementados com as informações constantes das fontes de indexação nacionais e internacionais selecionadas (Tabela 25).

 

Tabela 25 – FONTES DE INDEXAÇÃO DOS DOCUMENTOS PRODUZIDOS PELOS DOCENTES/DOUTORES (1990-1999)

 

Fontes de identificação

Artigo de periódico

Artigo de jornal

Monografia / livro

Parte de monografia

Diset. Mestrado

Tese Doutorado

Trabalho de evento

Relat. Técnico

outros

Total

BLC-E (SNBU, CBBD, ANCIB)

128

128

BLC-T

202

18

220

LICI/IBICT

141

51

5

2

4

62

3

9

227

PROSSIGA/CNPq

54

11

1

1

51

1

1

120

DEDALUS (USP)

14

4

40

1

3

8

30

5

105

UNIBIBLI

(USP, UNICAMP, UNESP)

29

3

2

2

2

38

ISA

63

1

64

SCIELO

13

13

Outros **

249

66

70

65

4

15

212

3

34

718

(*) Outros – Folhetos, Resenhas, Entrevistas, Web sites, Catálogos

(**) Outras – Currículos; Informação pessoal; Bases locais, Web sites da instituição

 

 

 

No conjunto das fontes selecionadas encontram-se bases de dados bibliográficos que têm como origem o controle da literatura científica de uma área ou especialidade (ISA e LICI) ou de um tipo determinado de documento (BLC-E e BLC-T), que respondem pela indexação da literatura branca e cinzenta.

Para o conjunto da literatura branca constituída pelos artigos de periódicos, livros e capítulos de livros, á área da Ciência da Informação conta com uma fonte de indexação nacional de reconhecida competência (LICI/IBICT) que cobre também parte da literatura cinzenta (dissertações, teses, trabalhos de evento e relatórios técnicos). No entanto, considerou-se insuficiente a cobertura dessa fonte uma vez que, mesmo considerada uma das bases mais completa e mais antiga, indexou apenas 141 (34,05%) dos 414 artigos publicados. Observa-se que a base LICI indexa os demais  tipos de documentos indicados, com exceção dos artigos publicados em jornais.  Do total da  produção dos anos 90 (1108) apresenta indexado apenas 277 (25%) documentos.  Em âmbito internacional foi consultada a base ISA (Information Science Abstracts) que é uma das seis bases de dados que são indicadas para conferir a indexação das revistas latino-americanas da Biblioteconomia e Ciência da Informação (ALVARADO, 1999).  Nesta base foram indexadas apenas 63  artigos, ou seja, 15,2% do total de 4l4 artigos produzidos pelos docentes/doutores.

Especificamente para a literatura cinzenta, o Núcleo de Produção Científica (NPC) criou a BLC (Base de Literatura Cinzenta) em dois segmentos: (E) para eventos e (T) para dissertações/teses.  A BLC-E tem indexadas todas as 128 comunicações apresentadas nos três principais e mais produtivos eventos da área (CBBD, SNBU e ENANCIB).  A BLC-T tem registrado 220 (62,3%) das 337 teses e dissertações defendidas/orientadas pelos docentes/doutores nos anos 90.  Das 295 dissertações de mestrado defendidas/orientadas no período, nos seis Programas de Pós-Graduação (Tabela 10) estão indexadas 202 (68,5%) e das 42 teses de doutorado, nos três Programas, foram indexadas 18 (42,85%).

Além das bases de dados que objetivam indexar a produção científica da área, foram selecionadas outras duas bases referentes a acervos de bibliotecas das universidades do Estado de São Paulo: a base DEDALUS da USP e a base UNIBIBLI que incorpora o acervo das três universidades paulistas (USP, UNESP e UNICAMP), que detêm, respectivamente 40(57,1%)  e   29(41,4%) do total de livros (70)  produzidos, prioritariamente, pelos docentes/doutores da USP.  Os artigos de periódicos e de jornais e as comunicações em eventos constantes nessas bases referem-se ao controle da produção docente dessas universidades e não foram contemplados com a cobertura total.

Como fonte divulgadora da produção científica brasileira foi consultada a fonte Prossiga, programa  do CNPq, que oferece aos pesquisadores informações e comunicação com a pesquisa, mantendo, além de Bibliotecas virtuais temáticas e de pesquisadores, dados sobre a produção científica de pesquisadores brasileiros.  Este cadastro acusou apenas a cobertura de 10,8% (120) da produção estudada (1108).

Outra fonte de divulgação consultada foi o SciELO-Brasil (Scientific Electronic Library Online),  que está sendo desenvolvido pela BIREME, cujo projeto piloto divulga em formato eletrônico texto completo de artigos das principais revistas brasileiras de várias áreas do conhecimento. A coleção da revista Ciência da Informação encontra-se indexada a partir de 1997, sendo, no momento, a única que representa a área.  Deste título constam indexados no SciELO, 13 artigos do total de 80 artigos (Tabela 17) publicados pelos docentes/doutores nessa revista, embora esse total corresponda ao período de 1990 a 1999.

Para garantir a complementação da coleta realizada diretamente com os docentes/doutores, recorreu-se também a outras fontes como as bases locais com a consulta da Website das instituições (universidades e bibliotecas) e páginas individuais de docentes.  Este procedimento, embora diversificado, permitiu identificar 64,8% dos documentos produzidos no período.

Tanto as fontes referentes ao controle da produção bibliográfica da área, quanto aos acervos das bibliotecas, não dão cobertura adequada ao volume da produção dos docentes/doutores dos Programas de Pós-Graduação do Brasil.  Considera-se fundamental a adoção de critérios bem definidos, para evitar duplicação de esforços dos centros de indexação que ainda não definiram uma política adequada para representar a produção da área da Ciência da Informação junto às comunidades científicas nacional de internacional. Por outro lado, seria válido considerar-se a possibilidade de se estabelecer parcerias no controle da produção científica  feito pelas bases de dados bibliográficos locais,  produzidas pelas universidades,  aliadas àquelas, do tipo cadastrais, produzidas pelas agências como o CNPq, CAPES, que arrolam a produção dos pesquisadores dos programas de pós-graduação no país.

 


 

5. ANÁLISE DAS TENDÊNCIAS DA ÁREA

 

O estado da arte da pesquisa realizada pelos docentes de pós-graduação em Ciência da Informação no Brasil é retratado nesta investigação a partir dos dados coletados dos 66 docentes vinculados, em dezembro de 1999, aos 6 Programas da área credenciados desde a década 70.

A análise cienciométrica baseada não apenas em dados quantitativos, mas interpretados à luz de uma ciência que evidencia os resultados compatíveis com o ambiente social onde está presente a influência dos antecedentes, verifica-se ao longo do tempo que se destacam, entre outros, dois fatores principais: o amadurecimento da estrutura da pós-graduação nos dez últimos anos, e o estímulo oferecido por  uma sociedade científica, como é o caso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB), criada em 1989, foi  capaz de alavancar a área como a entidade de maior prestígio em âmbito nacional.

O primeiro fator – amadurecimento da estrutura da pós-graduação –  deve ser analisado a partir das suas raízes, nutridas e fortalecidas pelas discussões sobre política educacional, problemas administrativos e estruturais dos cursos de pós-graduação que ocorreram durante os 13 Encontros de Coordenadores dos Cursos de Pós-Graduação, realizados no período de 1976 a 1994.  Essa etapa encerrou-se com o XIII Encontro realizado em Belo Horizonte.  No entanto, recentemente, esse processo foi revitalizado nas reuniões da CAPES a partir da iniciativa da Profa. Dra. Johanna W.Smit, em 1999.

O segundo fator – estímulo da ANCIB para alavancar a área – está confirmado pelos resultados apresentados nas reuniões científicas promovidas por uma associação que congrega, como associados ativos, a grande maioria dos docentes e profissionais titulados como mestres e doutores da área.

A ciência produzida na década de 90, vista sob o prisma da cienciometria, onde os principais atores sociais são os docentes/doutores responsáveis pela titulação dos profissionais que atuam na área da Informação, permite por este estudo identificar algumas tendências que se refletem nas perspectivas da área.

O XIII Encontro de Coordenadores dos Cursos de Pós-Graduação em Ciência da Infoemação, realizado em 1994 em Belo Horizonte, como sessão complementar da primeira reunião científica da ANCIB (I ENANCIB) foi o marco inicial para desativar os enfoques acadêmicos e as discussões de caráter administrativo, abrindo espaço para iniciar a nova fase de apresentação com resultados de pesquisa que contribuem para o crescimento da ciência.

Naquele momento encontrava-se estabilizado, desde 1992, a estrutura curricular dos seis Cursos limitando-se cada um a oferecer duas e predominantemente três linhas de pesquisa que eram desenvolvidas pelo número que variava entre 7 e 16 docentes, totalizando 65 professores.  Contudo, a titulação exclusiva de doutores era identificada apenas entre os docentes da USP (7) e na UnB (9).  Os demais 49 professores estavam atuando nos quatro cursos (IBICT/UFRJ – 15: UFMG – 16; PUCCAMP – 8; UFPb – 10) formando o conjunto de 22 doutores e 27 mestres.

A exigência de titulação de doutor para a docência de pós-graduação, já implantada na USP e na UnB, foi considerada como a tendência natural para os demais cursos. Essa etapa intensificou-se em 1997 e concretizou-se no levantamento de dados desta pesquisa, quando , em 1999, o corpo docente era composto por 66 docentes/doutores.  Essa meta representou um significativo investimento dos Programas para titular 25 (38,9%) doutores  e incorporá-los em seus quadros.

Por outro lado, ao longo dos sete anos, apresentaram variações significativas na distribuição dos docentes por linhas de pesquisa.  Das 16 existentes em 1992 permaneceram 9 linhas em 1999 e foram acrescidas mais 13, das quais, 3 mencionadas na coleta de dados de 1997.  Alguns Programas reformularam totalmente as linhas remanescentes de 1992, desativando as já existentes e apresentando em 1999 novos enfoques com 3 linhas cada um (UFMG e PUCCAMP).  Tradicionalmente continuaram mantendo as 3 linhas estáveis desde 1992, os Programas do IBICT/UFRJ (completando 6 linhas com as 3 novas acrescentadas em 1999) a USP (complementando com mais uma em 1999).  A UnB conservou 2 das 3 existentes e acrescentou mais duas iniciadas em 1997 e a UFPb manteve uma e substituiu em 1997 a segunda linha existente.

Essas reformulações ocorridas nos anos 90 resultaram em 22 linhas identificadas em 1999. Consequentemente trouxeram alterações no corpo docente, não só em decorrência da titulação mas também em virtude de aposentadorias, desvinculações e participação de docentes em mais de um Programa de Pós-Graduação.

A evolução da dinâmica do ambiente dos Programas refletiu nos dados coletados para a sistematização deste estudo, mostrando o perfil do corpo docente vinculado em dezembro de 1999 nos seis Programas oficialmente credenciados desde a década de 70.  Certamente, a entrada do novo século permitirá acompanhar, com critérios científicos, os resultados dessas alterações para poder compará-los e avaliá-los.

Considerando-se que os Programas interromperam as discussões dos problemas estruturais e acadêmicos durante 5 anos, observa-se que algumas tendências que vinham se delineando na década de 80 foram concretizadas na década de 90.  Destacam-se duas que influem no estado da arte da área: titulação do corpo docente e adequação das linhas de pesquisa às exigências da comunidade científica.

Os contatos mantidos com coordenadores e docentes de alguns Programas permitem perceber que o processo de reformulação das linhas de pesquisa ainda está em evolução, principalmente naquelas universidades onde são mantidas as linhas estáveis desde 1992.  Reflexão mais profunda e com a cautela necessária deve prevalecer nas decisões para repensar sobre o direcionamento de projetos e investigações que estão em andamento e da estrutura de Grupos ou Núcleos  de pesquisa estáveis com docentes (investigadores júnior e senior), alunos de iniciação científica e de pós-graduação.  As novas linhas criadas nos últimos três anos, principalmente em 1999, só poderão ser avaliadas, futuramente, após um período de três e cinco anos, quando alcançar o reconhecimento qualitativo de sua atuação na orientação principalmente atribuída aos recém-doutores, e no conjunto da produção científica, sobretudo se for acelerada a autoria múltipla que é um dos indicativos da ciência globalizada, apresentada por equipes multidisciplinares e participação interinstitucional.

Essa cultura de cooperação e interação, tão desejável e que caracteriza as áreas científicas consolidadas, está começando a ser despertada na comunidade de docentes/doutores em Ciência da Informação.  Esta afirmação é decorrente da análise dos resultados desta investigação ao identificar o perfil dos 66 docentes quanto à formação básica, titulação (100%) além da  evolução das atividades de orientação que foi mencionada por 41 (62%) docentes/doutores.  A produção científica ,que atingiu o total de 1108 documentos produzidos no período de 10 anos, mostra o crescimento de uma área que participa ativamente do processo de geração do conhecimento.

Embora o delineamento desta investigação tenha sido adequado para enquadrar-se nos parâmetros do método científico, ocorreram algumas delimitações resultando em distorções que deverão ser corrigidas ao longo do processo de atualização das Bases de Dados  mantidas pelo Núcleo de Produção Científica. Assim, as tabelas e figuras constantes em relatórios anteriores foram complementadas, demonstrando os resultados alcançados nesta fase da investigação.  A série de análises de tendências está baseada em indicadores que permitem conhecer e prever a evolução da área da Ciência da Informação no Brasil no século que se inicia.

 

            – Formação/titulação dos docentes/doutores

Os cursos de pós-graduação em CI firmam-se no aspecto da   multidisciplinaridade em seu quadro de docentes na medida em que é composto por profissionais graduados em diferentes áreas e que, por vezes, titulam-se naquela especialidade.  Por outro lado, o docente graduado em biblioteconomia tem procurado outras áreas para sua formação pós-graduada, principalmente no nível doutorado (41%).  A integração com outras áreas aprimora a qualidade do ensino propiciando abertura de novos horizontes, troca de experiências de modo interativo  para a formação de uma nova postura do profissional da informação.

Também vale destacar o interesse do docente-mestre realizar, em centros do exterior,   a sua titulação de doutor (41%) e  pós graduada (17%). A importância da  busca de aprimoramento em instituições de outros países, não deve ser considerada como uma forma de se conhecer e importar modelos já elaborados e sim  captar conhecimentos para  desenvolver nossos próprios modelos, adaptando-os a cada ambiente e a cada realidade de nosso país continente.

Os quatro Programas que oferecem o nível de doutorado contam com 48 doutores (43%) no corpo docente, dos quais 19 (40%) são titulados em outras áreas.  As tendências para orientação nas diversas linhas mostram que os docentes titulados nas décadas de 70 e 80 dão preferência a orientar doutores enquanto os docentes recém-doutores (25%) iniciarão essa atividade com os mestres após o credenciamento, o que representa o prazo mínimo de 3 anos para orientar doutores.

 

–          Linhas de Pesquisa e Produtividade

Quanto à produtividade  científica, os 66 docentes/doutores forneceram informações sobre a produção de 1108 documentos.

As várias características da produção dos docentes/doutores foram submetidas a diversas análises bibliométricas enfocando, quando pertinente, por linhas de pesquisa, por Programa e, em alguns casos, pelos dois indicadores que influenciam na produtividade.

Alguns dessas indicadores, se acompanhados ao longo dos próximos anos, poderão confirmar as tendências que atualmente se delineiam:

 

  • Crescimento quantitativo da produção confirmada nestes 10 últimos anos, através da evolução cronológica.  A produção de 1108 documentos apresenta uma média/ano de, aproximadamente 110 documentos que foi mantida a partir de 1994 embora, mostrasse a tentativa de se aproximar de 100 em 1992.  Este é um dos indicativos da influência que se pode atribuir à ANCIB e ao apoio efetivo do CNPq e de outras agências de fomento.

 

  • Diversificação dos tipos de documentos produzidos, predominando a literatura “branca” (59,8%) onde os artigos de periódicos despontam (37,3%).  O indicador mais evidente é a tendência dos docentes da área em contribuir para o crescimento da “literatura cinzenta” (40,2%).  Justifica-se com maior ênfase a participação dos autores em eventos cujas comunicações atingiram 29,8%, aproximando-se da produção de artigos que já é tradicional nas áreas científicas.  O fluxo de comunicação em suas várias etapas está sendo observado garantindo o aperfeiçoamento do processo de lapidação dos dados primários constando documentos considerados “literatura cinzenta” (dissertações, teses, comunicações em eventos e relatórios científicos)  com vista a alcançar a desejada qualidade dos artigos publicados.  Confirma-se essa tendência na UFMG onde se equilibram a produção de ambas literaturas.  Esses índices deverão ser reavaliados quando os autores de relatórios científicos se conscientizarem que essa produçãod deve constar de seus currículos e se empenharem em divulgar os dados através da literatura branca.

 

  • Autoria múltipla cresce com a participação de 2, 3 ou mais autores (27%) embora ainda prevaleça a autoria individual (73%).  A consolidação de linhas de pesquisa, os projetos integrados, intra e interinstitucionais, os núcleos de pesquisa, o incentivo da ANCIB promovendo eventos científicos e o apoio de órgãos de fomento para grupos de investigação são os estímulos para alcançar o estágio avançado da área que deseja colocar-se no mesmo nível das áreas científicas consolidadas.  A UFMG apresenta o menor índice de trabalhos de autoria única (56,2%).

 

  • Fortalecimento das revistas especializadas com a contribuição dos docentes/doutores.  Embora os docentes/doutores contribuam para diferentes revistas de áreas correlatas e complementares era esperada a maior concentração em revistas nacionais da área.  Um estudo mais detalhado dos 8 periódicos onde os docentes publicaram 197 (54,1%)  artigos no período investigado, poderia determinar o percentual da contribuição desses autores em relação ao total dos artigos publicados em cada uma das revistas cuja  contribuição variou de 10 a 80 artigos.  A tendência para aumentar a produção de artigos de qualidade é decorrente da operacionalização da etapa do fluxo de comunicação que impulsiona a literatura cinzenta (comunicações em eventos, dissertações/teses, relatórios) para um veículo de maior divulgação, principalmente as revistas.

 

  • As comunicações em eventos  concentram-se principalmente em três  nacionais, que são relacionados à  área – ENANCIB,  CBBDs e SNBUs  que congregam 46,3% do total de comunicações. Embora prevaleça o interesse do docente/doutor em divulgar seus trabalhos nesses eventos, existe uma grande diversificação na procura de eventos de ambientes fora da área de atuação –  dos 102 eventos nacionais  arrolados, 54 (50,9%) são eventos das áreas correlatas ou de outras especialidades. O grande número de comunicações  (65,6%) apresentadas nos  Encontros promovidos pela ANCIB vem enfatizar o relevante papel que essa Associação vem prestando no crescimento da área da Ciência da Informação.

 

  • Fontes de indexação são imprescindíveis para divulgação da produção científica.  Observa-se como tendência a construção e manutenção de bases de dados mais elaboradas com tecnologias avançadas para recuperação da informação que ofereçam subsídios para as análises bibliométricas e cienciométricas.  Os modelos do SciELO e da BLC podem ser negociados com as demais fontes de informação disponíveis no IBICT, no CNPq/Prossiga e na CAPES para concretizar a interação entre organismos com experiência nos procedimentos técnicos e com objetivos que podem ser integrados, delimitando a área de atuação de cada um.

 

 

  1. 6.      CONSIDERAÇÕES FINAIS

É representativa a demonstração de fortalecimento da área, com indicadores de qualificação de recursos humanos, produtividade e ampliação do colégio virtual através dos eventos e da participação em discussão pela rede eletrônica.

A consolidação apoiada em uma política de informação onde predomine a integração e interação em nível nacional e cooperação internacional é desejável para atingir o mesmo nível de reconhecimento das demais áreas científicas.

As tendências identificadas deverão ser acompanhadas ao longo dos anos e influenciar a política que deverá privilegiar:

1)      Manutenção de corpo docente estável, titulado e atualizado.

2)      Bolsas para intercâmbio de docentes e aperfeiçoamento no exterior

3)      Definição de linhas de pesquisa que viabilizem  a preparação de mestres e doutores identificados com as diretrizes propostas para construir a “Sociedade da Informação no Brasil” (TAKAHASHI, 2000, p.65-66).

4)      Condições para produzir documentos (literaturas branca e cinzenta) apoiando a publicação de periódicos de qualidade na área e recursos para realização e participação nos principais eventos nacionais e internacionais.

5)       Abrir oportunidades para aperfeiçoar os mecanismos existentes de indexação de produção de conteúdos e facilidades de acesso e uso por parte da comunidadee criar novos programas para disponibilização das informações geradas na área.

 

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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